ESTRADA DURÁVEL...
Com a tecnologia de ponta utilizada na sua obra de duplicação nos trechos de Pernambuco, da Paraíba e do Rio Grande do Norte, a nova pista da BR-101 NE promete ser uma das mais duráveis de todo o País. Isso porque o sistema utilizado – pavimento de concreto – é o mais indicado para as estradas em que há um tráfego pesado e acima de 15 mil veículos/dia. Quando estiver pronta, a pista duplicada oferecerá outras vantagens aos motoristas, aos cofres públicos e ao Meio Ambiente. Segundo a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), a tecnologia reduz a necessidade de iluminação pública em 30%; chega a durar mais de 30 anos com manutenção mínima; absorve menos calor e, com isso, deteriora menos os pneus; é mais clara e possibilita maior visibilidade noturna; possibilita uma distância de freagem 40% menor; diminui o consumo de combustível em caminhões em cerca de 11%.
COM TECNOLOGIA ADEQUADA...
Hoje, o pavimento de concreto é considerado a alternativa mais econômica para países com malha rodoviária como a do Brasil. De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional. Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revelam que do 1 milhão e 700 mil km de extensão da rede rodoviária nacional, pouco mais de 165 mil km estão pavimentados. E desse total, 24% encontra-se em péssimo estado. Considerando que apenas 4 % da malha nacional recebeu pavimento de concreto, pode-se concluir que há uma enorme frente para o aproveitamento do concreto na recuperação e ampliação das estradas brasileiras, principalmente nas vias de tráfego pesado, como está previsto para a própria BR-101, nos Estados de Alagoas, de Sergipe e da Bahia.
RELEASES, SUGESTÕES DE PAUTA, NOTAS E COMUNICADOS PRODUZIDOS PELAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DA ABCP
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14/12/2009
Guia da ABCP traz os 10 mandamentos do pavimento de concreto
São Paulo, 15 de junho de 2009 – Mais de um século depois da execução do primeiro pavimento rígido, em Bellefontaine, Ohio (EUA), em 1893, o mercado continua se aprimorando. No Brasil, sob a orientação da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), empresas buscam aperfeiçoamento contínuo para execuções de pavimento de concreto no modal rodoviário.
Para atender a essa demanda e transmitir conhecimentos técnicos aos profissionais de engenharia, a ABCP produziu o fascículo nº 5 da coleção - Práticas Recomendadas para Pavimento de Concreto - com o tema: Os dez mandamentos da pavimentação rígida. O material, já utilizado por profissionais renomados em todo o mundo, está disponível para download no site da entidade: http://www.abcp.org.br/downloads.
“O guia ilustra passos fundamentais e necessários para se obter o sucesso desejado na obras de pavimentação de concreto, que pode ser traduzido como lista de procedimentos e atitudes, sem os quais o bom resultado esperado sem dúvida não será alcançado”, explica o engenheiro Marcos Dutra, autor do guia e especialista em pavimento de concreto da ABCP.
Os 10 mandamentos
1º Mandamento – Elaborar um bom projeto executivo de pavimentação, a partir de estudos detalhados de tráfego e da fundação.
2º Mandamento – Dosar adequadamente o concreto simples e o concreto rolado (se houver), a partir do estudo minucioso dos seus materiais constituintes.
3º Mandamento – Especificar os materiais a serem utilizados na obra.
4º Mandamento – Definir os equipamentos a serem utilizados na obra.
5º Mandamento – Definir a logística da obra.
6º Mandamento – Detalhar os procedimentos de execução e de controle da fundação (subleito e sub-base).
7º Mandamento – Detalhar os procedimentos de execução e de controle do concreto simples, com foco na durabilidade (condição estrutural) e no conforto de rolamento (condição funcional) do pavimento.
8º Mandamento – Executar a obra dentro dos padrões de qualidade exigidos.
9º Mandamento – Gerenciar a obra.
10º Mandamento – Cuidar para que as empresas envolvidas na obra comprometam-se com a excelência da qualidade do produto final acabado.
Cenário do pavimento de concreto brasileiro – A pavimentação com concreto apresenta várias vantagens para o usuário: exige menor distância de frenagem, oferece melhor visibilidade noturna e grande durabilidade. Por isso, hoje é considerada a alternativa mais econômica para países como o Brasil. De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional.
Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revelam que de 1,7 milhão de quilômetros de extensão da rede rodoviária nacional, somente pouco mais de 165 mil quilômetros estão pavimentados. Deste total, 24% encontram-se em péssimo estado de conservação. Considerando, ainda, que apenas 4% da malha nacional receberam pavimento de concreto, pode-se concluir que há um enorme mercado para o concreto, com uso tanto na recuperação quanto na ampliação das estradas brasileiras, principalmente nas vias de tráfego pesado.
No Brasil, em aproximadamente uma década, foi possível ampliar a presença do pavimento de concreto na malha nacional pavimentada de 2% para 4%, graças ao dedicado e intenso trabalho da ABCP.
Informações para a imprensa
Lide Soluções Integradas em Comunicação
Contatos: Cristina Soares / (11) 2711-1613 / cristina03@lide.com.br
Adriano Brito / (11) 2711-1606 / adriano03@lide.com.br
www.lide.com.br
Para atender a essa demanda e transmitir conhecimentos técnicos aos profissionais de engenharia, a ABCP produziu o fascículo nº 5 da coleção - Práticas Recomendadas para Pavimento de Concreto - com o tema: Os dez mandamentos da pavimentação rígida. O material, já utilizado por profissionais renomados em todo o mundo, está disponível para download no site da entidade: http://www.abcp.org.br/downloads.
“O guia ilustra passos fundamentais e necessários para se obter o sucesso desejado na obras de pavimentação de concreto, que pode ser traduzido como lista de procedimentos e atitudes, sem os quais o bom resultado esperado sem dúvida não será alcançado”, explica o engenheiro Marcos Dutra, autor do guia e especialista em pavimento de concreto da ABCP.
Os 10 mandamentos
1º Mandamento – Elaborar um bom projeto executivo de pavimentação, a partir de estudos detalhados de tráfego e da fundação.
2º Mandamento – Dosar adequadamente o concreto simples e o concreto rolado (se houver), a partir do estudo minucioso dos seus materiais constituintes.
3º Mandamento – Especificar os materiais a serem utilizados na obra.
4º Mandamento – Definir os equipamentos a serem utilizados na obra.
5º Mandamento – Definir a logística da obra.
6º Mandamento – Detalhar os procedimentos de execução e de controle da fundação (subleito e sub-base).
7º Mandamento – Detalhar os procedimentos de execução e de controle do concreto simples, com foco na durabilidade (condição estrutural) e no conforto de rolamento (condição funcional) do pavimento.
8º Mandamento – Executar a obra dentro dos padrões de qualidade exigidos.
9º Mandamento – Gerenciar a obra.
10º Mandamento – Cuidar para que as empresas envolvidas na obra comprometam-se com a excelência da qualidade do produto final acabado.
Cenário do pavimento de concreto brasileiro – A pavimentação com concreto apresenta várias vantagens para o usuário: exige menor distância de frenagem, oferece melhor visibilidade noturna e grande durabilidade. Por isso, hoje é considerada a alternativa mais econômica para países como o Brasil. De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional.
Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revelam que de 1,7 milhão de quilômetros de extensão da rede rodoviária nacional, somente pouco mais de 165 mil quilômetros estão pavimentados. Deste total, 24% encontram-se em péssimo estado de conservação. Considerando, ainda, que apenas 4% da malha nacional receberam pavimento de concreto, pode-se concluir que há um enorme mercado para o concreto, com uso tanto na recuperação quanto na ampliação das estradas brasileiras, principalmente nas vias de tráfego pesado.
No Brasil, em aproximadamente uma década, foi possível ampliar a presença do pavimento de concreto na malha nacional pavimentada de 2% para 4%, graças ao dedicado e intenso trabalho da ABCP.
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11/12/2009
Ceará faz opção certa para suas rodovias
* Eduardo Barbosa de Moraes
A ausência de boas estradas tem sido um grande obstáculo para alavancar o crescimento de várias regiões do País. Parte do desenvolvimento do agronegócio, por exemplo, depende da recuperação e da construção de rodovias. Com estradas seguras e bem executadas, as empresas podem reduzir seus custos de viagem e fretes rodoviários, tornando-se mais competitivas. Contexto também contribuiria para que os preços dos produtos brasileiros, inclusive dos grãos, ficassem mais atrativos para a exportação. Em suma, construir e restaurar estradas colabora para a redução do Custo-Brasil.
Não é de hoje que o Ceará é um dos Estados do Nordeste que sofre com a falta de rodovias de qualidade, limitando seu potencial de desenvolvimento. Estradas esburacadas, falta de manutenção e soluções inadequadas para o volume de tráfego de determinadas vias comprometem a sua malha viária, atingindo diretamente os cofres públicos e, o que é mais preocupante, a segurança das pessoas.
Mas esse cenário, em breve, promete mudar. Neste ano, dois passos importantes foram dados para a construção de um sistema viário durável. Os projetos de duas obras de destaque na economia da região foram recentemente licitados contemplando uma tecnologia mais adequada para estradas de tráfego intenso, pesado e contínuo: o pavimento de concreto. O Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) e o Governo do Ceará tomaram a decisão mais acertada ao escolher essa solução para a duplicação da BR-222, em uma extensão de 32 km, entre Fortaleza e o Porto de Pecém, e da BR-020, anel viário da capital, com 32 km.
O pavimento de concreto é recomendado em todo o primeiro mundo para fluxos de tráfego acima de 15 mil veículos/dia, como corredores urbanos, rodovias com escoamento de safra, regiões portuárias, regiões de alta ocorrência de transporte de carga e outros. Nos Estados Unidos, mais de 20% das rodovias são de concreto. Na Alemanha as estradas de alta velocidade - autobans - são de concreto. Na América Latina, o Chile é o País que mais o utiliza em sua malha rodoviária. Já no Brasil, apenas 4 mil km de estradas foram construídos com a tecnologia, o que equivale a, aproximadamente, 2,5% das estradas pavimentadas. Muito pouco se comparado ao índice mundial, que está entre 25% e 30%.
Já era tempo do País voltar a fazer estradas que durem mais. A escolha do Ceará para as obras do anel viário e da BR-222 são um bom exemplo disso. Se executada dentro das regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), uma pista feita na moderna tecnologia do pavimento de concreto chega a ter uma vida útil acima dos 40 anos.
Na região Nordeste há um exemplo concreto para constatar os números. O Recife é considerado a capital nacional do pavimento de concreto por ter mais de 254 km de vias executadas no sistema construtivo de concreto, ainda artesanal da época, mas que permanecem em bom estado de conservação há mais de 40 e, em alguns casos, 50 anos de construção. É importante ressaltar, ainda, que o gasto com manutenção desse tipo de pavimento chega a ser até dez vezes menor que nas outras opções de pavimentação.
A cor clara do material é outra vantagem que permite com que a pista fique mais visível à noite, sendo possível uma redução de gastos públicos com energia elétrica em 30%. Essa mesma coloração clara também colabora com a diminuição dos impactos ambientais por reter menos calor ao longo do dia, tornando a temperatura ambiente mais amena. Sem dúvida, a interferência nos ecossitemas que margeiam as rodovias é bem menor.
A tecnologia também implica em mais segurança para os motoristas, pois sua distância de freagem em pista molhada é até 40% menor que outras soluções. Estudo da Arizona State University (EUA) demonstram ainda que, quanto mais pesado for o veículo, maior é a economia de combustível em função da rigidez do pavimento, que pode chegar a 11%.
De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional. Acrescenta-se ainda a todas essas vantagens o fato do cimento ser um produto genuinamente nacional. Incentivar o seu uso, portanto, é promover empregos no Brasil.
A pavimentação de concreto foi utilizada intensamente nas estradas brasileiras até a década de 70. Nos anos 80 e 90 ocorreu o uso maior do asfalto, dado que a produção de cimento foi mais empregada na área de habitação. Atualmente, o cenário é outro. O desenvolvimento internacional, hoje presente no mercado nacional, na forma de novas tecnologias e equipamentos para execução do pavimento de concreto, tornaram essa opção bastante competitiva já no custo inicial de construção de uma rodovia, chegando a ser, inclusive, mais barata em alguns casos.
Somados aos benefícios já mencionados, tem-se uma solução vantajosa. Daí seu reingresso na malha viária brasileira e o motivo pelo qual ela está sendo utilizada, atualmente, nas maiores obras rodoviárias brasileiras, como na duplicação de BR-101 entre os Estados de Pernambuco, do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Alagoas e Sergipe, e na construção do Rodoanel, em São Paulo. E, logo em breve, nas rodovias BR-222 e BR-020, no Ceará.
* Engenheiro e presidente da Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
A ausência de boas estradas tem sido um grande obstáculo para alavancar o crescimento de várias regiões do País. Parte do desenvolvimento do agronegócio, por exemplo, depende da recuperação e da construção de rodovias. Com estradas seguras e bem executadas, as empresas podem reduzir seus custos de viagem e fretes rodoviários, tornando-se mais competitivas. Contexto também contribuiria para que os preços dos produtos brasileiros, inclusive dos grãos, ficassem mais atrativos para a exportação. Em suma, construir e restaurar estradas colabora para a redução do Custo-Brasil.
Não é de hoje que o Ceará é um dos Estados do Nordeste que sofre com a falta de rodovias de qualidade, limitando seu potencial de desenvolvimento. Estradas esburacadas, falta de manutenção e soluções inadequadas para o volume de tráfego de determinadas vias comprometem a sua malha viária, atingindo diretamente os cofres públicos e, o que é mais preocupante, a segurança das pessoas.
Mas esse cenário, em breve, promete mudar. Neste ano, dois passos importantes foram dados para a construção de um sistema viário durável. Os projetos de duas obras de destaque na economia da região foram recentemente licitados contemplando uma tecnologia mais adequada para estradas de tráfego intenso, pesado e contínuo: o pavimento de concreto. O Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) e o Governo do Ceará tomaram a decisão mais acertada ao escolher essa solução para a duplicação da BR-222, em uma extensão de 32 km, entre Fortaleza e o Porto de Pecém, e da BR-020, anel viário da capital, com 32 km.
O pavimento de concreto é recomendado em todo o primeiro mundo para fluxos de tráfego acima de 15 mil veículos/dia, como corredores urbanos, rodovias com escoamento de safra, regiões portuárias, regiões de alta ocorrência de transporte de carga e outros. Nos Estados Unidos, mais de 20% das rodovias são de concreto. Na Alemanha as estradas de alta velocidade - autobans - são de concreto. Na América Latina, o Chile é o País que mais o utiliza em sua malha rodoviária. Já no Brasil, apenas 4 mil km de estradas foram construídos com a tecnologia, o que equivale a, aproximadamente, 2,5% das estradas pavimentadas. Muito pouco se comparado ao índice mundial, que está entre 25% e 30%.
Já era tempo do País voltar a fazer estradas que durem mais. A escolha do Ceará para as obras do anel viário e da BR-222 são um bom exemplo disso. Se executada dentro das regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), uma pista feita na moderna tecnologia do pavimento de concreto chega a ter uma vida útil acima dos 40 anos.
Na região Nordeste há um exemplo concreto para constatar os números. O Recife é considerado a capital nacional do pavimento de concreto por ter mais de 254 km de vias executadas no sistema construtivo de concreto, ainda artesanal da época, mas que permanecem em bom estado de conservação há mais de 40 e, em alguns casos, 50 anos de construção. É importante ressaltar, ainda, que o gasto com manutenção desse tipo de pavimento chega a ser até dez vezes menor que nas outras opções de pavimentação.
A cor clara do material é outra vantagem que permite com que a pista fique mais visível à noite, sendo possível uma redução de gastos públicos com energia elétrica em 30%. Essa mesma coloração clara também colabora com a diminuição dos impactos ambientais por reter menos calor ao longo do dia, tornando a temperatura ambiente mais amena. Sem dúvida, a interferência nos ecossitemas que margeiam as rodovias é bem menor.
A tecnologia também implica em mais segurança para os motoristas, pois sua distância de freagem em pista molhada é até 40% menor que outras soluções. Estudo da Arizona State University (EUA) demonstram ainda que, quanto mais pesado for o veículo, maior é a economia de combustível em função da rigidez do pavimento, que pode chegar a 11%.
De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional. Acrescenta-se ainda a todas essas vantagens o fato do cimento ser um produto genuinamente nacional. Incentivar o seu uso, portanto, é promover empregos no Brasil.
A pavimentação de concreto foi utilizada intensamente nas estradas brasileiras até a década de 70. Nos anos 80 e 90 ocorreu o uso maior do asfalto, dado que a produção de cimento foi mais empregada na área de habitação. Atualmente, o cenário é outro. O desenvolvimento internacional, hoje presente no mercado nacional, na forma de novas tecnologias e equipamentos para execução do pavimento de concreto, tornaram essa opção bastante competitiva já no custo inicial de construção de uma rodovia, chegando a ser, inclusive, mais barata em alguns casos.
Somados aos benefícios já mencionados, tem-se uma solução vantajosa. Daí seu reingresso na malha viária brasileira e o motivo pelo qual ela está sendo utilizada, atualmente, nas maiores obras rodoviárias brasileiras, como na duplicação de BR-101 entre os Estados de Pernambuco, do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Alagoas e Sergipe, e na construção do Rodoanel, em São Paulo. E, logo em breve, nas rodovias BR-222 e BR-020, no Ceará.
* Engenheiro e presidente da Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
10/12/2009
Representantes de órgãos de governo visitam obras da BR 101 NNE
Um grupo de profissionais visitou, a convite da Regional Minas da ABCP, as obras em Pavimento de Concreto da BR 101 NNE nos dias 7, 8 e 9 de outubro. A missão foi composta por representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura – DNIT, do Departamento de Estradas de Rodagem – DER/MG, da Superintendência de Desenvolvimento da Capital – SUDECAP, além de dois projetistas das empresas Consol Engenheiros Consultores e Engesolo Engenharia, especializadas em projetos rodoviários.
Acompanhados pelo Gerente Regional da ABCP/MG Lincoln Raydan, os visitantes percorreram as obras entre os lotes 1 e 6 nos estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, e puderam conhecer in loco o processo construtivo do pavimento rígido.
Na opinião de Lincoln Raydan a visita foi muito rica e superou as expectativas dos participantes. “A visita promoveu grande interação entre os participantes, facilitando a troca de experiências e o compartilhamento de informações dentro do grupo. Foi privilegiado o modelo de Comunidade durante toda a missão técnica”, explica.
Um dos projetistas presentes, o engenheiro Marco Antonio Pimenta da CONSOL, avaliou as obras visitadas: “já rodei em muita rodovia na Europa e Estados Unidos e nunca presenciei um conforto de rolamento tão bom como este da BR 101, particularmente nos lotes do Exército” elogia, ressaltando a qualidade do trabalho do Exército Brasileiro nas obras, “estão de parabéns pela estrutura, disciplina e qualidade do trabalho executado”, concluí.
A Regional já colhe os frutos da visita. O DNIT encaminhou recentemente pedido de realização de um curso de 40 h sobre Pavimento de Concreto para o seu corpo técnico e convidados, que será promovido no período de 16 a 20 deste mês de novembro. Esta ação busca o nivelamento do conhecimento dos engenheiros do DNIT e projetistas envolvidos no projeto de recuperação do Anel Rodoviário de BH, obra que será licitada ainda este ano.
Acompanhados pelo Gerente Regional da ABCP/MG Lincoln Raydan, os visitantes percorreram as obras entre os lotes 1 e 6 nos estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, e puderam conhecer in loco o processo construtivo do pavimento rígido.
Na opinião de Lincoln Raydan a visita foi muito rica e superou as expectativas dos participantes. “A visita promoveu grande interação entre os participantes, facilitando a troca de experiências e o compartilhamento de informações dentro do grupo. Foi privilegiado o modelo de Comunidade durante toda a missão técnica”, explica.
Um dos projetistas presentes, o engenheiro Marco Antonio Pimenta da CONSOL, avaliou as obras visitadas: “já rodei em muita rodovia na Europa e Estados Unidos e nunca presenciei um conforto de rolamento tão bom como este da BR 101, particularmente nos lotes do Exército” elogia, ressaltando a qualidade do trabalho do Exército Brasileiro nas obras, “estão de parabéns pela estrutura, disciplina e qualidade do trabalho executado”, concluí.
A Regional já colhe os frutos da visita. O DNIT encaminhou recentemente pedido de realização de um curso de 40 h sobre Pavimento de Concreto para o seu corpo técnico e convidados, que será promovido no período de 16 a 20 deste mês de novembro. Esta ação busca o nivelamento do conhecimento dos engenheiros do DNIT e projetistas envolvidos no projeto de recuperação do Anel Rodoviário de BH, obra que será licitada ainda este ano.
Linha verde inicia aplicação de concreto no corredor de ônibus da EPTG
A via mais movimentada do Distrito Federal, a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), vai dobrar de tamanho para comportar os 140 mil veículos que circulam por lá todos os dias. Além de ganhar vias marginais nos dois sentidos, a EPTG contará com um corredor exclusivo para ônibus com 12,5 quilômetros de extensão e 4 metros de largura em pavimento de concreto. A finalização da obra está prevista para abril de 2010, quando a capital federal completará meio século de existência.
Novos viadutos facilitarão o acesso a Águas Claras, Guará, Setor de Indústria e Abastecimento, à pista do Jóquei e à Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA). Pedestres contarão com passarelas conectadas às estações para embarque e desembarque dos usuários do transporte coletivo. Ônibus com capacidade para até 160 passageiros circularão em faixa exclusiva no centro da pista, construída em concreto para garantir a resistência e aumentar a vida útil. As ciclovias também fazem parte do projeto como alternativa para descongestionar ainda mais o trânsito excessivo no local.
A reunião técnica de alinhamento para início das obras de aplicação de concreto no corredor de ônibus, realizada na última semana de novembro, foi promovida pela ABCP e reuniu o consórcio Linha Verde composto pelas empresas Mendes Júnior, Serveng e CR Almeida. Na abertura, o gerente regional da ABCP-CO, Fernando Crosara, falou da participação da ABCP no processo e a importância do treinamento. Em 2008, a ABCP-CO auxiliou o Governo do Distrito Federal e o TCBR na elaboração do projeto executivo deste corredor, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e por isso sua participação como acompanhadora.
O engenheiro Leovaldo Foganhole, fez uma explanação sobre os dez pontos essenciais para garantir a boa qualidade do pavimento de concreto. Ele ressaltou a importância do gerenciamento da execução para a qualidade final da obra. O debate girou em torno das necessidades e os cuidados especiais que deverão ser adotados em função das condições climáticas locais, já que nessa época do ano as chuvas são constantes. “O problema existe, mas temos propostas de soluções para a continuidade dos trabalhos no período chuvoso, o que será uma inovação no processo construtivo”, afirma Fernando Crosara.
Além dos representantes do consórcio, também estiveram presentes, a gerenciadora Concremat, e a subcontratada para execução do pavimento, EPC, acompanhada da empresa Cimenta Engenharia, sua consultora no projeto.
Em tempo: A EPC, empresa líder do consórcio da Base Aérea, é parceira do pavimento de concreto no Centro Oeste e adquiriu novos equipamentos. Esses permitirão manter a alta qualidade nos trabalhos que serão desenvolvidos durante a execução da obra na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) e outros projetos em desenvolvimento na região.
Novos viadutos facilitarão o acesso a Águas Claras, Guará, Setor de Indústria e Abastecimento, à pista do Jóquei e à Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA). Pedestres contarão com passarelas conectadas às estações para embarque e desembarque dos usuários do transporte coletivo. Ônibus com capacidade para até 160 passageiros circularão em faixa exclusiva no centro da pista, construída em concreto para garantir a resistência e aumentar a vida útil. As ciclovias também fazem parte do projeto como alternativa para descongestionar ainda mais o trânsito excessivo no local.
A reunião técnica de alinhamento para início das obras de aplicação de concreto no corredor de ônibus, realizada na última semana de novembro, foi promovida pela ABCP e reuniu o consórcio Linha Verde composto pelas empresas Mendes Júnior, Serveng e CR Almeida. Na abertura, o gerente regional da ABCP-CO, Fernando Crosara, falou da participação da ABCP no processo e a importância do treinamento. Em 2008, a ABCP-CO auxiliou o Governo do Distrito Federal e o TCBR na elaboração do projeto executivo deste corredor, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e por isso sua participação como acompanhadora.
O engenheiro Leovaldo Foganhole, fez uma explanação sobre os dez pontos essenciais para garantir a boa qualidade do pavimento de concreto. Ele ressaltou a importância do gerenciamento da execução para a qualidade final da obra. O debate girou em torno das necessidades e os cuidados especiais que deverão ser adotados em função das condições climáticas locais, já que nessa época do ano as chuvas são constantes. “O problema existe, mas temos propostas de soluções para a continuidade dos trabalhos no período chuvoso, o que será uma inovação no processo construtivo”, afirma Fernando Crosara.
Além dos representantes do consórcio, também estiveram presentes, a gerenciadora Concremat, e a subcontratada para execução do pavimento, EPC, acompanhada da empresa Cimenta Engenharia, sua consultora no projeto.
Em tempo: A EPC, empresa líder do consórcio da Base Aérea, é parceira do pavimento de concreto no Centro Oeste e adquiriu novos equipamentos. Esses permitirão manter a alta qualidade nos trabalhos que serão desenvolvidos durante a execução da obra na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) e outros projetos em desenvolvimento na região.
ABCP promove Curso de Pavimentação em Concreto em evento do Instituto de Pesquisas Rodoviárias do DNIT
A ABCP foi convidada pelo Instituto de Pesquisas Rodoviária (IPR), responsável pelo setor de treinamento do DNIT para realizar um curso de pavimentação de concreto para 33 técnicos e engenheiros, a maioria composta por aprovados no concurso de 2006. A ação fez parte do “Curso de Pavimentação - Intensivo”, realizado entre os dias 3 a 7 de agosto, que dedicou o dia 6 inteiramente ao pavimento de concreto.
O IPR é um braço do DNIT que fornece capacitação para o desenvolvimento de pesquisas científicas, normas, manuais técnicos, treinamento técnico-científico e autorias técnicas.
O grupo participou do Curso de Pavimentação em Concreto ministrado por profissionais da ABCP como o gerente de Infraestrutura, Ronaldo Vizzoni, o líder de pavimentação, engo Marcos Dutra, o especialista em tecnologia do concreto, Rubens Curti e o Gerente de Equipamentos e Obras, Leovaldo Foganhole. O gerente da Regional CO da ABCP, Fernando Crosara, realizou a abertura do curso explicando o papel institucional da entidade.
Os profissionais puderam aperfeiçoar seus conhecimentos sobre quais as condições técnicas mais apropriadas para a aplicação do pavimento de concreto, passando desde a preparação, execução e finalização de um projeto. A Coordenadora de Projetos do DNIT, Prepredigna Delmiro, aprovou a parceria e comemorou a oportunidade de aperfeiçoamento dos trabalhadores.
“A gente obtém informações técnicas para poder tomar decisões e avaliar melhor os projetos, as alternativas que são mais viáveis para esses projetos. Podemos verificar assim, quais são as vantagens técnicas e econômicas de cada produto mais facilmente”, destacou ela.
O IPR é um braço do DNIT que fornece capacitação para o desenvolvimento de pesquisas científicas, normas, manuais técnicos, treinamento técnico-científico e autorias técnicas.
O grupo participou do Curso de Pavimentação em Concreto ministrado por profissionais da ABCP como o gerente de Infraestrutura, Ronaldo Vizzoni, o líder de pavimentação, engo Marcos Dutra, o especialista em tecnologia do concreto, Rubens Curti e o Gerente de Equipamentos e Obras, Leovaldo Foganhole. O gerente da Regional CO da ABCP, Fernando Crosara, realizou a abertura do curso explicando o papel institucional da entidade.
Os profissionais puderam aperfeiçoar seus conhecimentos sobre quais as condições técnicas mais apropriadas para a aplicação do pavimento de concreto, passando desde a preparação, execução e finalização de um projeto. A Coordenadora de Projetos do DNIT, Prepredigna Delmiro, aprovou a parceria e comemorou a oportunidade de aperfeiçoamento dos trabalhadores.
“A gente obtém informações técnicas para poder tomar decisões e avaliar melhor os projetos, as alternativas que são mais viáveis para esses projetos. Podemos verificar assim, quais são as vantagens técnicas e econômicas de cada produto mais facilmente”, destacou ela.
09/12/2009
ABCP treina equipes para duplicação do Anel Viário e da BR-222
ABCP treina equipes para duplicação do Anel Viário e da BR-222
Entidade domina tecnologia do pavimento de concreto, que será utilizada na duplicação das duas rodovias por ser mais durável e indicada para vias de tráfego intenso e carga pesada
Do dia 23 a 27 de novembro, uma equipe de especialistas da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) estará realizando um curso sobre a tecnologia do pavimento de concreto, destinado às empresas e aos órgãos responsáveis pela execução da duplicação das rodovias BR-222 e BR-020. As duas estradas são, respectivamente, o acesso ao Porto de Pecém e o Anel Viário de Fortaleza.
Além de aulas teóricas, o grupo passará por uma capacitação técnica no dia 24, das 14h às 18h30, no laboratório da Universidade de Fortaleza (Unifor). O curso acontecerá das 13h às 18h30 no dia 23 e nos demais, das 8h às 18h30, no hotel San Martin, no bairro de Aldeota. Participarão do treinamento: DNIT/CE, DER/CE, Prefeitura de Fortaleza, universidades, além dos laboratórios locais e empreiteiras que executarão as obras.
TECNOLOGIA MAIS DURADOURA E ECONÔMICA
PARA AS ESTRADAS DO CEARÁ
O pavimento de concreto é uma solução tecnológica indicada para a construção de estradas com tráfego intenso, pesado e contínuo, como ocorre nas rodovias BR-222 (acesso ao Porto de Pecém) e BR-020 (Anel Viário de Fortaleza). Ele é recomendado em todo o primeiro mundo para fluxos de tráfego acima de 15 mil veículos/dia, como corredores urbanos, rodovias com escoamento de safra, regiões portuárias, regiões de alta ocorrência de transporte de carga e outros.
Grande durabilidade é uma das suas principais características. Quando bem executado, chega a durar mais de 40 anos, com manutenção mínima. Além disso, o gasto com manutenção nesse tipo de pavimento chega a ser até dez vezes menor que em outras opções de pavimentação.
A pavimentação com concreto apresenta várias vantagens para a sociedade, como uma distância de freagem em pista molhada até 40% menor que em pistas de outras soluções. Estudo da Arizona State University (EUA) demonstram, ainda, que quanto mais pesado for o veículo maior é a economia de combustível em função da rigidez do pavimento, que pode chegar a 11%.
O pavimento de concreto tem uma colocação clara, que permite uma maior visibilidade de pista no período noturno. Isso faz com que seja possível uma redução de gastos públicos com energia elétrica em até 30%. A mesma coloração clara também colabora com a diminuição dos impactos ambientais por reter menos calor ao longo do dia, tornando a temperatura ambiente mais amena, interferindo menos nos ecossistemas que margeiam as rodovias.
Nos Estados Unidos, mais de 20% das rodovias são de concreto. Na Alemanha as estradas de alta velocidade - autobans - são de concreto. Na América Latina, o Chile é o País que mais o utiliza em sua malha rodoviária. Já no Brasil, apenas 4 mil km de estradas foram construídos com a tecnologia, o que equivale a, aproximadamente, 2,5% das estradas pavimentadas. Muito pouco se comparado ao índice mundial, que está entre 25% e 30%.
De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional. Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revelam que do 1 milhão e 700 mil km de extensão da rede rodoviária nacional, pouco mais de 165 mil km estão pavimentados. E desse total, 24% encontra-se em péssimo estado. Considerando que apenas 4 % da malha nacional recebeu pavimento de concreto, pode-se concluir que há uma enorme frente para o aproveitamento do concreto na recuperação e ampliação das estradas brasileiras, principalmente nas vias de tráfego pesado.
Em uma das visitas à obra de duplicação da rodovia BR-101 no Nordeste, em pavimento de concreto, o presidente Lula revelou sua expectativa quanto à qualidade de execução do pavimento: “Penso que essa obra vai balizar para as novas rodovias brasileiras e aeroportos uma qualidade de serviço que já há algum tempo existe na Europa e em poucas rodovias no Brasil. Nós precisamos melhorar a qualidade das estradas brasileiras porque às vezes você inaugura uma rodovia e, dois anos depois, ela já tem que passar por uma operação tapa-buracos devido a problemas”.
INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
Click Comunicação
Contato: Juliana Chaves
55 81 3221.2174
55 81 8626.5110clickcomunica@gmail.com
imprensa.abcpnne@uol.com.br
Entidade domina tecnologia do pavimento de concreto, que será utilizada na duplicação das duas rodovias por ser mais durável e indicada para vias de tráfego intenso e carga pesada
Do dia 23 a 27 de novembro, uma equipe de especialistas da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) estará realizando um curso sobre a tecnologia do pavimento de concreto, destinado às empresas e aos órgãos responsáveis pela execução da duplicação das rodovias BR-222 e BR-020. As duas estradas são, respectivamente, o acesso ao Porto de Pecém e o Anel Viário de Fortaleza.
Além de aulas teóricas, o grupo passará por uma capacitação técnica no dia 24, das 14h às 18h30, no laboratório da Universidade de Fortaleza (Unifor). O curso acontecerá das 13h às 18h30 no dia 23 e nos demais, das 8h às 18h30, no hotel San Martin, no bairro de Aldeota. Participarão do treinamento: DNIT/CE, DER/CE, Prefeitura de Fortaleza, universidades, além dos laboratórios locais e empreiteiras que executarão as obras.
TECNOLOGIA MAIS DURADOURA E ECONÔMICA
PARA AS ESTRADAS DO CEARÁ
O pavimento de concreto é uma solução tecnológica indicada para a construção de estradas com tráfego intenso, pesado e contínuo, como ocorre nas rodovias BR-222 (acesso ao Porto de Pecém) e BR-020 (Anel Viário de Fortaleza). Ele é recomendado em todo o primeiro mundo para fluxos de tráfego acima de 15 mil veículos/dia, como corredores urbanos, rodovias com escoamento de safra, regiões portuárias, regiões de alta ocorrência de transporte de carga e outros.
Grande durabilidade é uma das suas principais características. Quando bem executado, chega a durar mais de 40 anos, com manutenção mínima. Além disso, o gasto com manutenção nesse tipo de pavimento chega a ser até dez vezes menor que em outras opções de pavimentação.
A pavimentação com concreto apresenta várias vantagens para a sociedade, como uma distância de freagem em pista molhada até 40% menor que em pistas de outras soluções. Estudo da Arizona State University (EUA) demonstram, ainda, que quanto mais pesado for o veículo maior é a economia de combustível em função da rigidez do pavimento, que pode chegar a 11%.
O pavimento de concreto tem uma colocação clara, que permite uma maior visibilidade de pista no período noturno. Isso faz com que seja possível uma redução de gastos públicos com energia elétrica em até 30%. A mesma coloração clara também colabora com a diminuição dos impactos ambientais por reter menos calor ao longo do dia, tornando a temperatura ambiente mais amena, interferindo menos nos ecossistemas que margeiam as rodovias.
Nos Estados Unidos, mais de 20% das rodovias são de concreto. Na Alemanha as estradas de alta velocidade - autobans - são de concreto. Na América Latina, o Chile é o País que mais o utiliza em sua malha rodoviária. Já no Brasil, apenas 4 mil km de estradas foram construídos com a tecnologia, o que equivale a, aproximadamente, 2,5% das estradas pavimentadas. Muito pouco se comparado ao índice mundial, que está entre 25% e 30%.
De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional. Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revelam que do 1 milhão e 700 mil km de extensão da rede rodoviária nacional, pouco mais de 165 mil km estão pavimentados. E desse total, 24% encontra-se em péssimo estado. Considerando que apenas 4 % da malha nacional recebeu pavimento de concreto, pode-se concluir que há uma enorme frente para o aproveitamento do concreto na recuperação e ampliação das estradas brasileiras, principalmente nas vias de tráfego pesado.
Em uma das visitas à obra de duplicação da rodovia BR-101 no Nordeste, em pavimento de concreto, o presidente Lula revelou sua expectativa quanto à qualidade de execução do pavimento: “Penso que essa obra vai balizar para as novas rodovias brasileiras e aeroportos uma qualidade de serviço que já há algum tempo existe na Europa e em poucas rodovias no Brasil. Nós precisamos melhorar a qualidade das estradas brasileiras porque às vezes você inaugura uma rodovia e, dois anos depois, ela já tem que passar por uma operação tapa-buracos devido a problemas”.
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BR-101 NNE E EXÉRCITO
Exército Brasileiro prima por qualidade na duplicação da BR-101/NE
A mesma disciplina adotada pelo Exército Brasileiro em seus treinamentos e missões está sendo aplicada rigorosamente por seus Batalhões de Engenharia e Construção (BECs) na duplicação da BR 101, no Nordeste. Para garantir qualidade na execução dos três lotes pelo qual é responsável, nos estados de: Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, a tropa do exército não tem medido esforços.
A escolha da tecnologia utilizada: recaiu sobre o pavimento de concreto - material mais indicado para a construção de estradas com tráfego pesado. O pavimento rígido, como também é chamado, quando bem executado chega a durar mais de 30 anos, com manutenção mínima. Por isso, antes de iniciar os trabalhos, os integrantes dos BECs fizeram vários treinamentos técnicos com a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), recebendo todas as orientações necessárias para garantir o bom desempenho da obra.
Outro detalhe que influencia o bom desempenho da execução do pavimento e que tem sido respeitado pela equipe é a utilização de equipamentos de ponta. O Exército adquiriu máquinas modernas e de grande porte, como a vibroacabadora de formas deslizantes ( WIRTGEN SP-850), que possui capacidade de pavimentar até 1,5 km de pista por dia. Além disso, a ABCP cedeu para a obra, dois conjuntos de usina misturadora e dosadora de concreto, e uma, vibroacabadora de fôrma deslizante e texturizadora de concreto. A Associação tem feito um acompanhamento tecnológico constante durante a execução do pavimento rígido, para isso montou um laboratório móvel e um perfilógrafo (aparelho responsável em medir o conforto de rolamento da rodovia) no local.
A ABCP possui uma equipe especializada de engenheiros que coordena toda a parte de cursos, palestras, operações de campo e treinamentos, e que ainda acompanha a execução da obra nos três lotes duplicados pelo Exército, permanentemente.
Segundo o gerente N/NE da ABCP, Eduardo Barbosa de Moraes, tudo está sendo feito rigorosamente dentro do projeto elaborado pelas empresas de consultoria, com excelente nível de qualidade. “Os lotes têm servido de modelo para toda a malha rodoviária do país”. Os três trechos pavimentados pelo Exército têm 142,5 km de distância. Toda a duplicação da BR 101, de Natal a Maceió, compreende oito lotes e 398,9 km de extensão, dos quais 81,4 km são no Rio Grande do Norte (lotes 1 e 2), 129 km na Paraíba até a divisa PB/PE (lotes 3, 4 e 5) e 188,5 em Pernambuco (lotes 6, 7 e 8), até seu ponto final no acesso Catende/PE. A obra inclui ainda, a restauração de duas pistas do contorno do Recife.
Em visita às obras, no início de 2007, o presidente Lula revelou sua expectativa quanto à qualidade de execução do pavimento: “Penso que essa obra vai balizar para as novas rodovias brasileiras e aeroportos uma qualidade de serviço que já há algum tempo existe na Europa e em poucas rodovias no Brasil. Nós precisamos melhorar a qualidade das estradas brasileiras porque às vezes você inaugura uma rodovia e, dois anos depois, ela já tem que passar por uma operação tapa-buracos devido a problemas”.
Em fevereiro de 2009, o presidente vistoriou um trecho das obras de duplicação da BR-101 e demonstrou sua satisfação em relação ao custo-benefício da nova pista: “Esta rodovia é muito especial. Se as cargas forem controladas por balanças, a pista em concreto vai durar de 40 a 50 anos” (fonte: Portal BR-101/NE http://www.br101nordeste.com.br/not.php?id=249).
BENEFÍCIOS – A pavimentação com concreto apresenta várias vantagens para a sociedade, como uma menor distância de freagem, melhor visibilidade noturna e grande durabilidade. Por isso, hoje é considerada a alternativa mais econômica para países como o Brasil. De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional.
Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revelam que do 1 milhão e 700 mil km de extensão da rede rodoviária nacional, pouco mais de 165 mil km estão pavimentados. E desse total, 24% encontra-se em péssimo estado. Considerando que apenas 4 % da malha nacional recebeu pavimento de concreto, pode-se concluir que há uma enorme frente para o aproveitamento do concreto na recuperação e ampliação das estradas brasileiras, principalmente nas vias de tráfego pesado.
Nos Estados Unidos, mais 20% das rodovias utilizam concreto e a previsão é de que este percentual dobre em dez anos. Na América Latina, o Chile lidera o ranking do uso deste tipo de material e, na Alemanha o concreto é utilizado na quase totalidade das auto-estradas.
“No Brasil, por cerca de uma década foi possível ampliar de 2 para 4% a presença do pavimento de concreto na malha nacional pavimentada graças ao dedicado e intenso trabalho da ABCP”, explica Ronaldo Vizzoni, gerente de infraestrutura da ABCP.
Outro benefício que a utilização do pavimento rígido oferece é a economia de combustível para caminhões, que chega a ser, em média, 11% maior quando trafegam sobre o pavimento de concreto. É o que demonstra um estudo do Dr. John P. Zanlewski, da Arizona State University. O estudo revelou ainda que, quanto mais pesado o veículo, maior é a economia de combustível.
Vizzoni ressalta ainda que, ”O pavimento de concreto é uma excelente alternativa para vias de tráfego intenso, pesado e constante. Além disso, é vantajoso para a sociedade e para o Poder Público, reduzindo o Custo-Brasil, pois o dinheiro economizado na manutenção pode ser utilizado para a construção de novas rodovias. Já para vias de fluxo leve existem opções mais competitivas”.
A mesma disciplina adotada pelo Exército Brasileiro em seus treinamentos e missões está sendo aplicada rigorosamente por seus Batalhões de Engenharia e Construção (BECs) na duplicação da BR 101, no Nordeste. Para garantir qualidade na execução dos três lotes pelo qual é responsável, nos estados de: Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, a tropa do exército não tem medido esforços.
A escolha da tecnologia utilizada: recaiu sobre o pavimento de concreto - material mais indicado para a construção de estradas com tráfego pesado. O pavimento rígido, como também é chamado, quando bem executado chega a durar mais de 30 anos, com manutenção mínima. Por isso, antes de iniciar os trabalhos, os integrantes dos BECs fizeram vários treinamentos técnicos com a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), recebendo todas as orientações necessárias para garantir o bom desempenho da obra.
Outro detalhe que influencia o bom desempenho da execução do pavimento e que tem sido respeitado pela equipe é a utilização de equipamentos de ponta. O Exército adquiriu máquinas modernas e de grande porte, como a vibroacabadora de formas deslizantes ( WIRTGEN SP-850), que possui capacidade de pavimentar até 1,5 km de pista por dia. Além disso, a ABCP cedeu para a obra, dois conjuntos de usina misturadora e dosadora de concreto, e uma, vibroacabadora de fôrma deslizante e texturizadora de concreto. A Associação tem feito um acompanhamento tecnológico constante durante a execução do pavimento rígido, para isso montou um laboratório móvel e um perfilógrafo (aparelho responsável em medir o conforto de rolamento da rodovia) no local.
A ABCP possui uma equipe especializada de engenheiros que coordena toda a parte de cursos, palestras, operações de campo e treinamentos, e que ainda acompanha a execução da obra nos três lotes duplicados pelo Exército, permanentemente.
Segundo o gerente N/NE da ABCP, Eduardo Barbosa de Moraes, tudo está sendo feito rigorosamente dentro do projeto elaborado pelas empresas de consultoria, com excelente nível de qualidade. “Os lotes têm servido de modelo para toda a malha rodoviária do país”. Os três trechos pavimentados pelo Exército têm 142,5 km de distância. Toda a duplicação da BR 101, de Natal a Maceió, compreende oito lotes e 398,9 km de extensão, dos quais 81,4 km são no Rio Grande do Norte (lotes 1 e 2), 129 km na Paraíba até a divisa PB/PE (lotes 3, 4 e 5) e 188,5 em Pernambuco (lotes 6, 7 e 8), até seu ponto final no acesso Catende/PE. A obra inclui ainda, a restauração de duas pistas do contorno do Recife.
Em visita às obras, no início de 2007, o presidente Lula revelou sua expectativa quanto à qualidade de execução do pavimento: “Penso que essa obra vai balizar para as novas rodovias brasileiras e aeroportos uma qualidade de serviço que já há algum tempo existe na Europa e em poucas rodovias no Brasil. Nós precisamos melhorar a qualidade das estradas brasileiras porque às vezes você inaugura uma rodovia e, dois anos depois, ela já tem que passar por uma operação tapa-buracos devido a problemas”.
Em fevereiro de 2009, o presidente vistoriou um trecho das obras de duplicação da BR-101 e demonstrou sua satisfação em relação ao custo-benefício da nova pista: “Esta rodovia é muito especial. Se as cargas forem controladas por balanças, a pista em concreto vai durar de 40 a 50 anos” (fonte: Portal BR-101/NE http://www.br101nordeste.com.br/not.php?id=249).
BENEFÍCIOS – A pavimentação com concreto apresenta várias vantagens para a sociedade, como uma menor distância de freagem, melhor visibilidade noturna e grande durabilidade. Por isso, hoje é considerada a alternativa mais econômica para países como o Brasil. De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional.
Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revelam que do 1 milhão e 700 mil km de extensão da rede rodoviária nacional, pouco mais de 165 mil km estão pavimentados. E desse total, 24% encontra-se em péssimo estado. Considerando que apenas 4 % da malha nacional recebeu pavimento de concreto, pode-se concluir que há uma enorme frente para o aproveitamento do concreto na recuperação e ampliação das estradas brasileiras, principalmente nas vias de tráfego pesado.
Nos Estados Unidos, mais 20% das rodovias utilizam concreto e a previsão é de que este percentual dobre em dez anos. Na América Latina, o Chile lidera o ranking do uso deste tipo de material e, na Alemanha o concreto é utilizado na quase totalidade das auto-estradas.
“No Brasil, por cerca de uma década foi possível ampliar de 2 para 4% a presença do pavimento de concreto na malha nacional pavimentada graças ao dedicado e intenso trabalho da ABCP”, explica Ronaldo Vizzoni, gerente de infraestrutura da ABCP.
Outro benefício que a utilização do pavimento rígido oferece é a economia de combustível para caminhões, que chega a ser, em média, 11% maior quando trafegam sobre o pavimento de concreto. É o que demonstra um estudo do Dr. John P. Zanlewski, da Arizona State University. O estudo revelou ainda que, quanto mais pesado o veículo, maior é a economia de combustível.
Vizzoni ressalta ainda que, ”O pavimento de concreto é uma excelente alternativa para vias de tráfego intenso, pesado e constante. Além disso, é vantajoso para a sociedade e para o Poder Público, reduzindo o Custo-Brasil, pois o dinheiro economizado na manutenção pode ser utilizado para a construção de novas rodovias. Já para vias de fluxo leve existem opções mais competitivas”.
07/12/2009
EPTG
Na próxima quarta-feira, 25/11, acontecerá em Brasília, uma reunião técnica de treinamento para o início das obras dos corredores de concreto da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), coordenada pelo engenheiro Leovaldo Foganhole e o gerente da ABCP-CO, Fernando Crosara. Estarão presentes, o diretor geral do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), Luiz Carlos Tanezini, além de representantes do consórcio MENDES/SEVENG/CR ALMEIDA, subempreiteiros, consórcio EPC, e a empresa supervisora da obra CONCREMAT. O objetivo do encontro é alertar o consórcio construtor para os cuidados e necessidades prévias para a construção do pavimento nas obras. Também na mesma ocasião será acertada a agenda de treinamentos e execução da pista teste. O início das obras está marcado para dezembro.
24/11/2009
ABCP capacita equipes para uso do pavimento de concreto no Ceará
Do dia 23 a 27 de novembro, uma equipe de especialistas da ABCP estará realizando um curso sobre a tecnologia do pavimento de concreto para as empresas e órgãos responsáveis pela duplicação das rodovias BR-222 e BR-020. As duas estradas são, respectivamente, o acesso ao Porto de Pecém e o Anel Viário de Fortaleza. Participam do treinamento profissionais do DNIT, DER, da PM Fortaleza, UFC, UNIFOR, NUTEC, BETON, CONTEC, e das empreiteiras Delta, Galvão e RNR. O curso acontecerá das 13h às 18h30 no dia 23 e nos demais, das 8h às 18h30, no hotel San Martin, no bairro de Aldeota, em Fortaleza. Informações com o representante CE/RN da ABCP, Adriano Pessoa – (85) 9108-6990 / adriano.pessoa@abcp.org.br.
23/11/2009
Regional NNE - Representante da ABCP profere palestra sobre pavimentos acessíveis em Barreiras-BA
23.11.2009 - Regional NNE da ABCP está apoiando a realização do I Seminário Regional de Calçadas e Acessibilidade da cidade de Barreiras, na Bahia, que será promovido pelo CREA-BA nesta terça-feira (24 de novembro), das 14h às 18h50. O evento contará com uma palestra da representante BA/SE da ABCP, Ana Gabriela Saraiva, que falará sobre “Calçadas acessíveis – Pavimentos recomendados”, às 15h. Irão colaborar, ainda, com a programação de palestras profissionais das prefeituras de Salvador e Barreiras, do CREA-BA, do Movimento de Inclusão pela Qualificação do Especial Independente (MIQUEI) e da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF).
13/11/2009
PAVIMENTOS URBANOS
Na área urbana, a ABCP atua em ações para a adoção do pavimento de concreto nos corredores de ônibus, principalmente junto à Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), no Estado de São Paulo, e a São Paulo Transportes (SP Trans), na cidade de São Paulo, em contrapartida à opção pelo Stone Matrix Asphalt (asfalto de matriz pétrea com polímero), promovida pela Petrobras. Na obra do Expresso Tiradentes, na capital paulista, foi aplicado o pavimento de concreto em toda a extensão elevada, sob a forma de revestimento incorporado à laje estrutural.
Em São Paulo, nos últimos anos, já foram implantados mais de 100 quilômetros de pavimentos de concreto, na forma de “inlay”, em corredores de ônibus urbanos, nos moldes dos corredores das avenidas Nove de Julho e Vereador José Diniz. Ainda na área urbana, merece destaque a Linha Verde de Curitiba, em execução com vibro acabadoras de fôrmas deslizantes, e o Corredor EPTG, em Brasília.
Em São Paulo, nos últimos anos, já foram implantados mais de 100 quilômetros de pavimentos de concreto, na forma de “inlay”, em corredores de ônibus urbanos, nos moldes dos corredores das avenidas Nove de Julho e Vereador José Diniz. Ainda na área urbana, merece destaque a Linha Verde de Curitiba, em execução com vibro acabadoras de fôrmas deslizantes, e o Corredor EPTG, em Brasília.
ESTRADAS DE CONCRETO
O pavimento de concreto tem como material básico o cimento Portland, que, além de ser totalmente nacional, oferece alta durabilidade, sendo indicado para rodovias de tráfego intenso e pesado.
Este sistema construtivo foi muito utilizado até a década de 60, mas o Brasil perdeu a cultura dos pavimentos de concreto em função dos subsídios ao asfalto e do período em que a indústria esteve voltada para atender ao crescimento do mercado imobiliário, nas décadas de 70 e 80. A tecnologia foi retomada a partir dos anos 90 e, para reativar a cultura do pavimento de concreto, a ABCP, inicialmente, importou máquinas pavimentadoras, formou projetistas e uniu a cadeia para garantir as melhores práticas nas obras de pavimentação em concreto.
Para atender às necessidades nacionais alinhadas aos planos do governo, a ABCP lançou o Projeto Vicinais, voltado à aplicação de tecnologias à base de cimento para a recuperação de estradas de terra com tráfego pesado. Segundo o Departamento de Infraestrutura Terrestre (DNIT), apenas 2% da malha viária nacional recebeu pavimento em concreto.
Os dados mostram que, de cerca de 1,7 milhões de quilômetros da rede rodoviária nacional, apenas 165 mil km estão pavimentados com concreto. Deste total, 24% encontram-se em péssimo estado de conservação.
Vantagens do pavimento de concreto:
o Durabilidade: mais de 30 anos, praticamente sem necessidade de reparos, apenas uma pequena manutenção, que se resume a uma nova selagem das juntas a cada 10 anos.
o Custos competitivos: em vias de tráfego pesado, intenso e canalizado, os custos iniciais chegam a ser menores do que os de outras soluções (levando-se em conta as condições do terreno).
o Economia para o poder público: cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional (fonte: Banco Mundial).
o Economia de combustível: pode chegar a 20% a economia de combustível para motoristas que trafegam sobre o pavimento de concreto. Quanto mais pesado o veículo, maior a economia. (fonte: Arizona State University).
o Segurança para o usuário: não forma buracos ou trilhas de roda, impede a formação de aquaplanagem e reduz em 40% a distância de frenagem devido à sua textura, que proporciona maior atrito entre a superfície e os pneus.
o Economia de energia: por ter a superfície clara, reflete melhor a luz, reduzindo o número de postes de iluminação. Ecologicamente correto: retém menos calor, não aumentando a temperatura ambiente. Em função desta característica, é indicado para reservas e parques ambientais.
o Construção ágil: o rendimento de construção de cada máquina chega a 1,5 km/ dia. Com as novas tecnologias, a execução é ágil e o tráfego pode ser liberado em poucas horas.
Este sistema construtivo foi muito utilizado até a década de 60, mas o Brasil perdeu a cultura dos pavimentos de concreto em função dos subsídios ao asfalto e do período em que a indústria esteve voltada para atender ao crescimento do mercado imobiliário, nas décadas de 70 e 80. A tecnologia foi retomada a partir dos anos 90 e, para reativar a cultura do pavimento de concreto, a ABCP, inicialmente, importou máquinas pavimentadoras, formou projetistas e uniu a cadeia para garantir as melhores práticas nas obras de pavimentação em concreto.
Para atender às necessidades nacionais alinhadas aos planos do governo, a ABCP lançou o Projeto Vicinais, voltado à aplicação de tecnologias à base de cimento para a recuperação de estradas de terra com tráfego pesado. Segundo o Departamento de Infraestrutura Terrestre (DNIT), apenas 2% da malha viária nacional recebeu pavimento em concreto.
Os dados mostram que, de cerca de 1,7 milhões de quilômetros da rede rodoviária nacional, apenas 165 mil km estão pavimentados com concreto. Deste total, 24% encontram-se em péssimo estado de conservação.
Vantagens do pavimento de concreto:
o Durabilidade: mais de 30 anos, praticamente sem necessidade de reparos, apenas uma pequena manutenção, que se resume a uma nova selagem das juntas a cada 10 anos.
o Custos competitivos: em vias de tráfego pesado, intenso e canalizado, os custos iniciais chegam a ser menores do que os de outras soluções (levando-se em conta as condições do terreno).
o Economia para o poder público: cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional (fonte: Banco Mundial).
o Economia de combustível: pode chegar a 20% a economia de combustível para motoristas que trafegam sobre o pavimento de concreto. Quanto mais pesado o veículo, maior a economia. (fonte: Arizona State University).
o Segurança para o usuário: não forma buracos ou trilhas de roda, impede a formação de aquaplanagem e reduz em 40% a distância de frenagem devido à sua textura, que proporciona maior atrito entre a superfície e os pneus.
o Economia de energia: por ter a superfície clara, reflete melhor a luz, reduzindo o número de postes de iluminação. Ecologicamente correto: retém menos calor, não aumentando a temperatura ambiente. Em função desta característica, é indicado para reservas e parques ambientais.
o Construção ágil: o rendimento de construção de cada máquina chega a 1,5 km/ dia. Com as novas tecnologias, a execução é ágil e o tráfego pode ser liberado em poucas horas.
08/10/2009
PAVIMENTO DE CONCRETO
PAUTA NACIONAL
Equipe do Rodoanel é treinada na ABCP
São Paulo, 30 de janeiro de 2009 - Engenheiros e técnicos do Dersa e das empresas responsáveis pelas obras de execução do trecho Sul do Rodoanel, em São Paulo, estão em treinamento na Associação Brasileira de Cimentos Portland (ABCP) - entidade técnica responsável pela promoção dos pavimentos de concreto e sistemas construtivos à base de cimento. O treinamento teórico e prático intitulado ”Curso Avançado de Pavimento de Concreto”, ministrado por grandes profissionais de infra-estrutura, tem como objetivo capacitar tecnicamente os profissionais e orientá-los sobre as melhores técnicas a serem empregadas na execução do pavimento de concreto, que tem início previsto para o mês de março próximo
Equipe do Rodoanel é treinada na ABCP
São Paulo, 30 de janeiro de 2009 - Engenheiros e técnicos do Dersa e das empresas responsáveis pelas obras de execução do trecho Sul do Rodoanel, em São Paulo, estão em treinamento na Associação Brasileira de Cimentos Portland (ABCP) - entidade técnica responsável pela promoção dos pavimentos de concreto e sistemas construtivos à base de cimento. O treinamento teórico e prático intitulado ”Curso Avançado de Pavimento de Concreto”, ministrado por grandes profissionais de infra-estrutura, tem como objetivo capacitar tecnicamente os profissionais e orientá-los sobre as melhores técnicas a serem empregadas na execução do pavimento de concreto, que tem início previsto para o mês de março próximo
PAVIMENTO DE CONCRETO
SUGESTÃO DE PAUTA CE - NORDESTE
SOLUÇÃO DURADOURA E ECONÔMICA PARA PAVIMENTAÇÃO RODOVIÁRIA
Ceará, 05 de outubro de 2009 - O pavimento de concreto é uma solução tecnológica indicada para a construção de estradas com tráfego intenso, pesado e contínuo. Ele é recomendado em todo o primeiro mundo para fluxos de tráfego acima de 15 mil veículos/dia, como corredores urbanos, rodovias com escoamento de safra, regiões portuárias, regiões de alta ocorrência de transporte de carga e outros.
- Grande durabilidade é uma das suas principais características. Quando bem executado, chega a durar mais de 40 anos, com manutenção mínima. Além disso, o gasto com manutenção nesse tipo de pavimento chega a ser até dez vezes menor que em outras opções de pavimentação.
- O Ceará deu um passo à frente na qualidade de suas rodovias recentemente, ao licitar duas estradas de destaque no cenário econômico do Estado e de tráfego intenso, pesado e contínuo, em pavimento de concreto: a BR-020 e a BR-222, em uma extensão de 32 km, cada.
- A pavimentação com concreto apresenta várias vantagens para a sociedade, como uma distância de freagem em pista molhada até 40% menor que em pistas de outras soluções.
- Estudo da Arizona State University (EUA) demonstram ainda que, quanto mais pesado for o veículo, maior é a economia de combustível em função da rigidez do pavimento, que pode chegar a 11%.
- O pavimento de concreto tem uma colocação clara, que permite uma maior visibilidade de pista no período noturno. Isso faz com que seja possível uma redução de gastos públicos com energia elétrica em até 30%;
- A mesma coloração clara também colabora com a diminuição dos impactos ambientais por reter menos calor ao longo do dia, tornando a temperatura ambiente mais amena, interferindo menos nos ecossistemas que margeiam as rodovias.
Nos Estados Unidos, mais de 20% das rodovias são de concreto. Na Alemanha as estradas de alta velocidade - autobans - são de concreto. Na América Latina, o Chile é o País que mais o utiliza em sua malha rodoviária. Já no Brasil, apenas 4 mil km de estradas foram construídos com a tecnologia, o que equivale a, aproximadamente, 2,5% das estradas pavimentadas. Muito pouco se comparado ao índice mundial, que está entre 25% e 30%.
De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional.
- Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revelam que do 1 milhão e 700 mil km de extensão da rede rodoviária nacional, pouco mais de 165 mil km estão pavimentados. E desse total, 24% encontra-se em péssimo estado. Considerando que apenas 4 % da malha nacional recebeu pavimento de concreto, pode-se concluir que há uma enorme frente para o aproveitamento do concreto na recuperação e ampliação das estradas brasileiras, principalmente nas vias de tráfego pesado.
- Em uma das visitas à obra de duplicação da rodovia BR-101 no Nordeste, em pavimento de concreto, o presidente Lula revelou sua expectativa quanto à qualidade de execução do pavimento: “Penso que essa obra vai balizar para as novas rodovias brasileiras e aeroportos uma qualidade de serviço que já há algum tempo existe na Europa e em poucas rodovias no Brasil. Nós precisamos melhorar a qualidade das estradas brasileiras porque às vezes você inaugura uma rodovia e, dois anos depois, ela já tem que passar por uma operação tapa-buracos devido a problemas”.
Juliana Chaves
Assessora de Imprensa
Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
Click Comunicação
Fone (Phone): 55.81.3221-2174
E-mails: imprensa.abcpnne@uol.com.br
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SOLUÇÃO DURADOURA E ECONÔMICA PARA PAVIMENTAÇÃO RODOVIÁRIA
Ceará, 05 de outubro de 2009 - O pavimento de concreto é uma solução tecnológica indicada para a construção de estradas com tráfego intenso, pesado e contínuo. Ele é recomendado em todo o primeiro mundo para fluxos de tráfego acima de 15 mil veículos/dia, como corredores urbanos, rodovias com escoamento de safra, regiões portuárias, regiões de alta ocorrência de transporte de carga e outros.
- Grande durabilidade é uma das suas principais características. Quando bem executado, chega a durar mais de 40 anos, com manutenção mínima. Além disso, o gasto com manutenção nesse tipo de pavimento chega a ser até dez vezes menor que em outras opções de pavimentação.
- O Ceará deu um passo à frente na qualidade de suas rodovias recentemente, ao licitar duas estradas de destaque no cenário econômico do Estado e de tráfego intenso, pesado e contínuo, em pavimento de concreto: a BR-020 e a BR-222, em uma extensão de 32 km, cada.
- A pavimentação com concreto apresenta várias vantagens para a sociedade, como uma distância de freagem em pista molhada até 40% menor que em pistas de outras soluções.
- Estudo da Arizona State University (EUA) demonstram ainda que, quanto mais pesado for o veículo, maior é a economia de combustível em função da rigidez do pavimento, que pode chegar a 11%.
- O pavimento de concreto tem uma colocação clara, que permite uma maior visibilidade de pista no período noturno. Isso faz com que seja possível uma redução de gastos públicos com energia elétrica em até 30%;
- A mesma coloração clara também colabora com a diminuição dos impactos ambientais por reter menos calor ao longo do dia, tornando a temperatura ambiente mais amena, interferindo menos nos ecossistemas que margeiam as rodovias.
Nos Estados Unidos, mais de 20% das rodovias são de concreto. Na Alemanha as estradas de alta velocidade - autobans - são de concreto. Na América Latina, o Chile é o País que mais o utiliza em sua malha rodoviária. Já no Brasil, apenas 4 mil km de estradas foram construídos com a tecnologia, o que equivale a, aproximadamente, 2,5% das estradas pavimentadas. Muito pouco se comparado ao índice mundial, que está entre 25% e 30%.
De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional.
- Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revelam que do 1 milhão e 700 mil km de extensão da rede rodoviária nacional, pouco mais de 165 mil km estão pavimentados. E desse total, 24% encontra-se em péssimo estado. Considerando que apenas 4 % da malha nacional recebeu pavimento de concreto, pode-se concluir que há uma enorme frente para o aproveitamento do concreto na recuperação e ampliação das estradas brasileiras, principalmente nas vias de tráfego pesado.
- Em uma das visitas à obra de duplicação da rodovia BR-101 no Nordeste, em pavimento de concreto, o presidente Lula revelou sua expectativa quanto à qualidade de execução do pavimento: “Penso que essa obra vai balizar para as novas rodovias brasileiras e aeroportos uma qualidade de serviço que já há algum tempo existe na Europa e em poucas rodovias no Brasil. Nós precisamos melhorar a qualidade das estradas brasileiras porque às vezes você inaugura uma rodovia e, dois anos depois, ela já tem que passar por uma operação tapa-buracos devido a problemas”.
Juliana Chaves
Assessora de Imprensa
Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
Click Comunicação
Fone (Phone): 55.81.3221-2174
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PAVIMENTO DE CONCRETO
SUGESTÃO DE PAUTA - FORTALEZA (CE)
IV Simpósio Internacional de Avaliação de Pavimentos e Projetos de Reforço acontece em Fortaleza de amanhã a sexta-feira
Ceará. 5 de outubro de 2009 - Fortaleza sediará de amanhã a sexta-feira (7 a 9/10), no hotel Gran Marquise, o IV Simpósio Internacional de Avaliação de Pavimentos e Projetos de Reforço (SINAPRE). Uma das autoridades de maior referência mundial sobre a tecnologia do pavimento de concreto, o colombiano Cipriano Londoño, do Instituto Colombiano de Produtores de Cimento, estará no evento para apresentar uma palestra no dia 8, às 14h, sobre a experiência da Colômbia na recuperação de pavimentos.
A recuperação de pavimentos também será abordada em uma palestra do especialista Marcos Dutra, da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), que mostrará ao público duas técnicas vantajosas de recuperação de pavimentos rodoviários: o Whitetoping e Overlay. A palestra será às 16h320, também no dia 8. As duas técnicas utilizam o concreto - material de maior resistência para vias de tráfego intenso e de carga elevada - para recuperar pavimentos de estradas, com a possibilidade de aproveitar a pista antiga como sub-base, seja ela de asfalto ou de concreto.
As contribuições trazidas pelos especialistas devem ser bem aproveitadas pelas equipes técnicas responsáveis pela duplicação das rodovias cearenses BR-020 e BR-222, ambas já licitadas e que consistirão nas primeiras estradas do Estado a utilizar a moderna tecnologia do pavimento de concreto. A tecnologia tem balizado as grandes obras rodoviárias atuais do País, a exemplo da BR-101 Nordeste, entre o Rio Grande do Norte e Alagoas, e do Rodoanel, em São Paulo.
SOLUÇÃO DURADOURA E ECONÔMICA PARA ESTRADAS - O pavimento de concreto é uma solução tecnológica indicada para a construção de estradas com tráfego intenso, pesado e contínuo. Ele é recomendado em todo o primeiro mundo para fluxos de tráfego acima de 15 mil veículos/dia, como corredores urbanos, rodovias com escoamento de safra, regiões portuárias, regiões de alta ocorrência de transporte de carga e outros.
Grande durabilidade é uma das suas principais características. Quando bem executado, chega a durar mais de 40 anos, com manutenção mínima. Além disso, o gasto com manutenção nesse tipo de pavimento chega a ser até dez vezes menor que em outras opções de pavimentação.
A pavimentação com concreto apresenta várias vantagens para a sociedade, como uma distância de freagem em pista molhada até 40% menor que em pistas de outras soluções.
Estudo da Arizona State University (EUA) demonstram ainda que, quanto mais pesado for o veículo, maior é a economia de combustível em função da rigidez do pavimento, que pode chegar a 11%.
O pavimento de concreto tem uma colocação clara, que permite uma maior visibilidade de pista no período noturno. Isso faz com que seja possível uma redução de gastos públicos com energia elétrica em até 30%;
A mesma coloração clara também colabora com a diminuição dos impactos ambientais por reter menos calor ao longo do dia, tornando a temperatura ambiente mais amena, interferindo menos nos ecossistemas que margeiam as rodovias.
Nos Estados Unidos, mais de 20% das rodovias são de concreto. Na Alemanha as estradas de alta velocidade - autobans - são de concreto. Na América Latina, o Chile é o País que mais o utiliza em sua malha rodoviária. Já no Brasil, apenas 4 mil km de estradas foram construídos com a tecnologia, o que equivale a, aproximadamente, 2,5% das estradas pavimentadas. Muito pouco se comparado ao índice mundial, que está entre 25% e 30%.
De acordo com o Banco Mundial, cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional. Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revelam que do 1 milhão e 700 mil km de extensão da rede rodoviária nacional, pouco mais de 165 mil km estão pavimentados. E desse total, 24% encontra-se em péssimo estado. Considerando que apenas 4 % da malha nacional recebeu pavimento de concreto, pode-se concluir que há uma enorme frente para o aproveitamento do concreto na recuperação e ampliação das estradas brasileiras, principalmente nas vias de tráfego pesado.
Em uma das visitas à obra de duplicação da rodovia BR-101 no Nordeste, em pavimento de concreto, o presidente Lula revelou sua expectativa quanto à qualidade de execução do pavimento: “Penso que essa obra vai balizar para as novas rodovias brasileiras e aeroportos uma qualidade de serviço que já há algum tempo existe na Europa e em poucas rodovias no Brasil. Nós precisamos melhorar a qualidade das estradas brasileiras porque às vezes você inaugura uma rodovia e, dois anos depois, ela já tem que passar por uma operação tapa-buracos devido a problemas”.
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