Mostrando postagens com marcador CALÇADAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CALÇADAS. Mostrar todas as postagens

02/03/2010

Pavimento Intertravado: uma solução em concreto

INDÚSTRIA
Reg Nacional
02/03/2010

Pavimento Intertravado: uma solução em concreto
O sistema construtivo é eficiente e indicado para calçadas, praças, ciclovias, ruas, calçadões etc.

A pavimentação intertravada com peças de concreto é uma excelente alternativa para facilitar o deslocamento em centros urbanos – principalmente em calçadas –, tanto do ponto de vista técnico quanto econômico.

“Intertravamento é um sistema que não permite que as peças se movimentem umas em relação às outras, seja na direção horizontal, vertical ou em rotação, sob a ação de qualquer tipo de carregamento. Para tanto, é primordial que haja confinamentos laterais (meios-fios), uma boa fundação e o rejuntamento entre as peças”, explica Cláudio Oliveira, gerente de Indústria da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

O sistema é uma opção intermediária entre os pavimentos rígidos e flexíveis, que soma as vantagens de ambos. “É uma velha idéia trazida para o presente com um novo material: o concreto. As pedras em estado natural usadas antigamente e também as de barro cozido foram substituídas por peças pré-moldadas de concreto, com inúmeras e evidentes vantagens”, conta Oliveira.

O pavimento intertravado em concreto tem se destacado, sobretudo, pela alta resistência e grande facilidade de manutenção. Além disso, o material se enquadra perfeitamente dentro dos padrões estéticos atuais.

Vantagens do pavimento intertravado

  • Produção industrializada das peças, que pode ocorrer em instalações simples e de pequeno porte até grandes unidades automatizadas. É uma opção de negócio tanto para o pequeno quanto para o grande produtor;
  • Fácil execução, utilizando equipamentos simples: basicamente uma placa vibratória e algumas ferramentas. Possibilita, ainda, uso de mão-de-obra local treinada, sem necessidade de equipe especializada;
  • Manutenção fácil e rápida, pois as peças podem ser removidas para execução de valas ou manutenção de instalações e novamente reinstaladas. A manutenção periódica envolve somente a eventual substituição de peças danificadas, recolocação de rejunte e verificação das contenções laterais. Com isso, é possível prolongar a vida útil do pavimento para mais de 40 anos;
  • Liberação da via ao tráfego imediatamente após a execução, já que as peças chegam prontas à obra. Como são fabricadas em moldes, as peças ainda podem ser produzidas em diversos formatos e cores;
  • Grande versatilidade, para locais de tráfego pesado, médio ou leve, nas mais diversas aplicações de uso;
  • Em comparação com os pavimentos asfálticos, consomem menos energia no processo de fabricação. Sua coloração clara pouco interfere na temperatura ambiente e também permite menor consumo de energia, já que oferece maior refração de luz;
Formato, dimensões e cores das peças - As peças têm espessuras padronizadas de 6 cm, 8 cm e 10 cm, adequadas para tipos e intensidade de uso diferentes. As peças de concreto têm faces laterais (ou paredes) verticais, justapondo-se umas às outras com folga máxima de 5 mm. Essas faces podem ser retas ou curvas, desde que sejam perpendiculares à face superior (ou de desgaste) e à inferior (ou de apoio). As peças podem ter um chanfro de no máximo 10 mm de largura, entre a face superior e as laterais, destinado a melhorar o aspecto visual e facilitar o rejuntamento com areia.

Existem peças com formatos arquitetônicos diversos, permitindo paginações criativas e variadas, peças em duplo T ou Cruz e de formato retangular, as mais práticas e populares. O formato retangular pode ser reto ou angular (poliédrica), com dimensões usuais de 20 cm x 10 cm, permitindo colocação nos dois padrões básicos: espinha-de-peixe e fileiras travadas; o duplo T somente em fileiras travadas. A norma brasileira determina peças de concreto com dimensão máxima de 40 cm.

Quanto às cores, elas são obtidas pela adição de pigmentos em pó durante a mistura do concreto, em teores adequados, nunca ultrapassando a 8% em relação à massa do cimento. Esses pigmentos são compostos por óxidos, sendo que as cores vermelha e amarela são obtidas com óxidos de ferro, mais baratos, e as cores verde e azul com óxidos de cromo e cobalto, respectivamente. O pavimento intertravado de cor branca, por exemplo, é bastante usado para dar maior visibilidade à noite em dias de chuva. O óxido de cobalto é o mais caro, podendo até dobrar o valor das peças.

Aplicação do pavimento intertravado - A variedade de formatos e a pigmentação das peças, além dos diferentes padrões de colocação, induzem principalmente à questão estética em praças, parques, jardins, calçadas, área residencial, áreas de lazer, via de cidades históricas e revitalização de centros urbanos, ou seja, onde a solução paisagística é fundamental. No entanto, uma estrutura de pavimento intertravado bem projetada e executada presta-se também para terminais de carga, vias de tráfego pesado, pisos industriais, aeroportuários e portuários, além de terminais de ônibus, postos de abastecimento, estacionamentos, instalações municipais e sinalização horizontal de vias urbanas, onde o sistema é muito competitivo. A versatilidade desse tipo de pavimento é incontestável.

Normas brasileiras - As peças de concreto utilizadas no pavimento intertravado devem apresentar grande durabilidade e resistência. O revestimento deve ser capaz de suportar as cargas e tensões de contato provocadas pelo tráfego, protegendo a camada de base do desgaste por abrasão. Por esse motivo, é de extrema importância que os artefatos atendam às especificações da NBR 9781, norma que rege a pavimentação intertravada no Brasil.

Sobre a ABCP - A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) é uma entidade sem fins lucrativos que, há mais de 70 anos, promove estudos sobre o cimento e suas aplicações. Reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em pesquisas sobre cimento, a ABCP também atua no desenvolvimento de tecnologias sobre concreto e mantém uma equipe de profissionais, como arquitetos, engenheiros, geólogos e químicos, à disposição do mercado para consultoria e suporte a grandes obras da engenharia brasileira. Entre as atividades desenvolvidas nestes 70 anos, a Associação destaca-se pelas pesquisas que envolvem o uso do concreto em grandes obras, bem como pelo aperfeiçoamento técnico transmitido por meio de cursos ministrados para universitários, com apoio de construtoras e empresas do setor.

14/12/2009

Revitalização da Gabriel Monteiro da Silva tem consultoria da ABCP

Revitalização da Gabriel Monteiro da Silva tem consultoria da ABCP


A Alameda terá calçadas com pavimento permeável e garantirá acessibilidade aos pedestres



Até 2015, a Alameda Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins, será outra, mais agradável e charmosa. O projeto de requalificação da via, que começará em 2010, tem o apoio da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), que já orienta a equipe de arquitetos no uso do pavimento permeável nas calçadas. O projeto de requalificação da Alameda tem como objetivo garantir a qualidade de 35 m2 de calçadas que, além de uniformizadas e acessíveis para pessoas portadoras de deficiências, vão ter mobiliários urbanos padronizados, plantio de 100 árvores, fiação subterrânea, estacionamentos e sinalização mais moderna.



Renato Giusti, presidente da ABCP, participou da primeira edição do evento In Design, promovido, no dia 10 de novembro, pela Associação da Alameda, responsável pelo projeto de revitalização. Segundo Giusti, “a calçada é o elemento mais importante do sistema viário e deve garantir o direito de ir e vir de qualquer pessoa com conforto e segurança”, afirmou. O presidente da ABCP também informou que, hoje, 12,5 milhões de deslocamentos na cidade são feitos a pé. Além disso, o número de pessoas com mobilidade reduzida é muito grande: “Quantas pessoas deixam de sair de casa porque as calçadas são intransitáveis? Imagine como é difícil o passeio do cadeirante pelas calçadas de São Paulo. A ABCP orienta tecnicamente os profissionais do mercado e oferece capacitação para quem deseja construir calçadas com qualidade, durabilidade e, principalmente, dentro das normas estabelecidas”, explicou.



A ABCP montou na Alameda Gabriel Monteiro da Silva um protótipo na própria via, que permitiu ao público ver como ficarão as calçadas. A ABCP orienta também a equipe do arquiteto Bruno Padovano na escolha de materiais e dos fornecedores e esclarece dúvidas sobre os pisos. O uso do pavimento permeável nas calçadas oferece resistência e permite a passagem da água que, em vez de empoçar a superfície, retorna ao lençol freático sem contaminação. Em grandes extensões, o pavimento permeável ajuda a prevenir as enchentes.



Estima-se que a aplicação do projeto, já incluídos os custos de distribuição subterrânea da fiação e reposicionamento de medidores de água, fique em torno de R$ 60 milhões. Para viabilizar todas as mudanças desejadas, a Associação da Alameda pretende costurar uma parceria entre seus associados, o poder público e a iniciativa privada. A previsão é de que as obras se estendam até o ano de 2015. O prefeito Gilberto Kassab esteve no evento e verificou a planta do projeto e o protótipo construído com a orientação da ABCP.



Sobre a ABCP

A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) é uma entidade sem fins lucrativos, mantida pela indústria brasileira do cimento, que há mais de 70 anos promove estudos sobre o cimento e suas aplicações. Reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em pesquisas da construção, a ABCP também atua no desenvolvimento de tecnologias sobre o concreto e mantém uma equipe de profissionais graduados à disposição do mercado, para treinamentos, consultoria e suporte a grandes obras da engenharia brasileira. Tudo isso para garantir a qualidade e as boas práticas do produto que representa.

Para conhecer o site da ABCP, visite www.abcp.org.br.









Informações para a imprensa

Lide Soluções Integradas em Comunicação

Contatos:

Natasha Lima - (11) 2711-1624 / (11) 9436-3272

natasha03@lide.com.br

Cristina Soares / (11) 2711-1613 - cristina03@lide.com.br

www.lide.com.br

Calçadas – Segurança para o pedestre

Canteiro de obras




Calçadas – Segurança para o pedestre, valorização para o imóvel







É cada vez maior a solicitação por serviços de construção e de reforma de calçadas. Para aproveitar essa oportunidade de trabalho, é indispensável conhecer as normas técnicas que definem como proporcionar trânsito livre e seguro aos pedestres, considerando especialmente os portadores de deficiências, os idosos e as gestantes.







Em todos os municípios brasileiros há uma legislação que define como devem ser as calçadas. “Se elas oferecem riscos para os pedestres, os donos dos imóveis podem ser multados, pois são os responsáveis pelas respectivas calçadas”, explica o arquiteto Antônio Luis Fornari, da Supervisão de Obras da Subprefeitura de Santo Amaro, São Paulo. “Calçadas devem ser livres de obstáculos e ter os pisos seguros”, afirma.



Calçadas mal planejadas, com buracos, saliências, degraus e pisos derrapantes podem causar acidentes graves, prejudicando sobretudo os idosos e aos deficientes físicos.











AS REGRAS DA CALÇADA LEGAL







(foto de abertura mostrando calçada ideal, com as 3 faixas definidas)



Legenda: “Calçadas bem feitas e bonitas valorizam os imóveis, embelezam as ruas e fazem as áreas comerciais mais atraentes”. (Arquiteto Antônio Fornari)







Dimensões: Uma boa orientação técnica é dividir as calçadas em faixas, diferenciadas por cor ou por textura (pisos diferentes). Calçadas com até 2 metros de largura podem ser divididas em duas faixas. Passeios mais largos podem ser divididos em três:







1ª faixa: De 75 cm, em média, indica o espaço para colocar árvores, rampas, postes, telefones públicos, caixas de correio e outros equipamentos urbanos. É a faixa de serviço.



2ª faixa: Reservada só para a circulação de pedestres. A superfície deve ser regular, antiderrapante, sem fissuras e com pelo menos 1,20 m de largura.



3ª faixa: É a da entrada dos imóveis. A medida depende da largura total da calçada.







(fotos dos 3 tipos de pisos)



Materiais: Concreto simples, blocos de concreto pré-moldado e ladrilho hidráulico sobre concreto. Estes são os materiais permitidos na maioria dos municípios brasileiros.



O concreto pré-moldado em placas e o ladrilho hidráulico são indicados para todo tipo de via. Também é recomendado o concreto simples, com acabamento rústico, para evitar escorregões.











(foto ou ilustração conforme abaixo)



Garagem: É indispensável preservar a faixa de circulação dos pedestres no centro da calçada. Essa faixa não pode ter uma inclinação transversal maior que 2%, para não prejudicar os pedestres. É muito importante manter o nível da calçada dos vizinhos, para não formar degraus. O rebaixamento das guias só pode ser feito pelas prefeituras.



























(fotos pisos táteis, inclusive junto à rampa em faixa de travessia)



Acessibilidade e rebaixamento: As pessoas com deficiência visual se orientam com a bengala e pelo contato da sola dos pés com pisos especiais. São os pisos táteis, de dois tipos. O piso direcional deve ser afastado 50 cm do limite da calçada e permite ao deficiente visual caminhar com segurança. O piso de alerta deve ser colocado em áreas de rebaixamento de calçada, travessia elevada, canteiros ou qualquer outro obstáculo.







Caimento: Se a calçada do vizinho estiver com a inclinação correta, iguale o nível do pavimento. Não se deve esquecer do caimento, para evitar poças de água.







(foto de calçada com jardineira/árvores)



Vegetação: Nas ruas onde não há grande movimento de pedestres as faixas de serviço podem ser ajardinadas seguindo um padrão. Nesse caso a calçada deve ter no mínimo 2 metros de largura e o espaço do canteiro não pode interferir na faixa livre do pedestre. O plantio de árvores deve ser feito pela prefeitura. A base da árvore nunca deve ser cimentada, para não prejudicar seu desenvolvimento.















(Box do leitor)







Esta reportagem foi feita por sugestão do nosso leitor ....................., de ........., que escreveu ao Jornal do Pedreiro comentando as dúvidas que surgem na hora de reformar ou de construir calçadas. “Por que quando fazemos calçadas pensamos nos carros e não nos pedestres? – perguntou. Os engenheiros, arquitetos e pedreiros deveriam instruir os proprietários na construção das calçadas”.







(fotos de calçadas arruinadas e fora dos padrões)

ABCP recebe especialistas internacionais para ministrar curso sobre Espaços Públicos com Pisos Intertravados e Pré-fabricados de concreto

ABCP recebe especialistas internacionais para ministrar curso sobre Espaços Públicos com Pisos Intertravados e Pré-fabricados de concreto




Treinamento visa a promover a urbanização e a acessibilidade de maneira adequada e segura



Os espaços públicos – parques, vias, calçadas, estacionamentos etc. – são áreas que têm de proporcionar segurança e conforto à população. Portanto, devem ser construídos em harmonia ambiental e estética, promovendo a acessibilidade e modificando favoravelmente a paisagem urbana.



Atendendo a essa diretriz, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), entidade reconhecida há mais de 70 anos como centro de referência em tecnologia de cimento e concreto, promove entre os dias 24 e 26 de junho, das 8h às 17h, um treinamento internacional sobre acessibilidade.



Trata-se do Curso Internacional sobre Espaços Públicos com Pisos Intertravados e Pré-fabricados de Concreto, que tem como objetivo apresentar projetos bem-sucedidos, destacando as características dos produtos, suas integrações ao ambiente por meio de projetos arquitetônicos, a correta aplicação durante a execução das obras e os cuidados básicos e necessários para se evitar patologias. Em função de suas variedades, cores, desempenho e durabilidade, ambos os produtos vêm sendo largamente empregados em diferentes partes do mundo, em especial na América do Sul.



O treinamento será ministrado pelo engenheiro e PhD Germán Guillermo Madrid, especialista em pré-fabricados e pisos intertravados de concreto na América Latina, e pela colombiana e especialista em planificação urbana, Giovanna Vittoria Spera. Ambos acumulam larga experiência com as técnicas e já realizaram palestras em mais de 20 países.



Todo o material didático do curso será fornecido pela ABCP. Ao final, os alunos receberão certificados de conclusão, como incentivo ao crescimento profissional ou colaboração para inserção no mercado de trabalho. Vale lembrar que estudantes têm 50% de desconto.



O curso será ministrado em espanhol, sem tradução simultânea.



Para mais informações, os interessados devem acessar o site www.abcp.org.br ou ligar para (11) 3760-5433.







Informações para a imprensa



Lide Soluções Integradas em Comunicação

Contatos: Cristina Soares / (11) 2711-1613 / cristina03@lide.com.br

Adriano Brito / (11) 2711-1606 / adriano03@lide.com.br

www.lide.com.br

10/12/2009

CREA-BA e ABCP lançam Cartilha para construção de Calçadas nesta sexta-feira

CREA-BA e ABCP lançam Cartilha para construção de Calçadas nesta sexta-feira

A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e o CREA-BA lançam nesta sexta-feira (11/12), às 19h, no hotel Bahia Othon Palace, em Ondina, Salvador, uma Cartilha prática sobre calçadas, durante evento em homenagem ao Dia do Engenheiro e do Arquiteto. A publicação traz informações e dicas, de forma didática, quanto a detalhes técnicos importantes para se ter passeios públicos duráveis e acessíveis.

Alguns dos temas abordados são: o que é uma calçada ideal, como devem ser seu desenho, rebaixamento e inclinação transversal, sinalização tátil, sistemas adequados para a sua construção e calçadas verdes. “A cartilha servirá de manual para os moradores e os profissionais do setor, de modo que a cidade tenha passeios públicos acessíveis a todos, que garantam o direito de ir e vir das pessoas”, explica a representante da ABCP na Bahia. Ana Gabriela Saraiva. De acordo com o CREA-BA, Salvador possui um dos piores índices de manutenção de calçadas do País.

O guia técnico terá distribuição gratuita e conta com apoio de Cocas, Ipac e Prefeitura de Salvador. Patrocinam a publicação: BlocoBrasil, Apacimac, T&A, Concretiza, Interloc e Bahiablock. Mais informações: (71) 3453-8989.

24/11/2009

Fórum Alagoano de Passeios e Calçadas



O I Fórum Alagoano de Passeios e Calçadas, realizado no Centro Cultural e de Exposições de Maceió, contará em seu primeiro dia (24/11) com uma palestra da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) sobre Calçadas Acessíveis: responsabilidade social de todos, às 10h30. O gerente regional da entidade, Eduardo Moraes, mostrará ao público algumas opções de tecnologias duráveis, acessíveis e com custo competitivo que estão sendo utilizadas em algumas cidades brasileiras para pavimentar os passeios públicos, à exemplo do piso com blocos intertravados de concreto. O Fórum segue até a quinta-feira (25).

23/11/2009

ABCP apresenta pavimentos recomendados para calçadas


23.11.2009 - A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) - entidade sem fins lucrativos que há mais de 70 anos é o braço tecnológico da indústria do cimento - mostra ao público, nesta terça-feira (24/11), algumas sugestões de tecnologias recomendadas para pavimentar calçadas, durante o I Seminário Regional de Calçadas e Acessibilidade de Barreiras, na Bahia. O assunto será abordado pela engenheira Ana Gabriela Saraiva, representante da Associação na Bahia, às 15h.

Segundo Ana Gabriela, as calçadas podem receber a aplicação de diversos materiais, mas é importante lembrar que cada um deles atende às necessidades de cada imóvel e rua. “É importante que as empresas do setor e os órgãos públicos tomem conhecimento ou se aprofundem sobre as várias opções de tecnologias duráveis, acessíveis e com custo competitivo que há hoje no mercado para pavimentar os passeios públicos”, afirma.

Dentre elas há o pavimento com blocos pré-fabricados de concreto, que são assentados sobre um colchão de areia, travados por meio de contenção lateral e por atrito entre as peças – motivo pelo qual são conhecidos como blocos intertravados de concreto. A tecnologia é utilizada há décadas em países desenvolvidos e está sendo cada vez mais adotada nas cidades brasileiras, como Salvador, Recife, Maceió, São Paulo e Blumenau.

Outro sistema construtivo sugerido para os passeios públicos apresentado será o que utiliza placas pré-moldadas de concreto, de alto desempenho, que podem ser fixas ou mesmo removíveis, para pisos elevados ou assentamentos diretamente sobre a base. O ladrilho hidráulico é mais um material indicado – trata-se de placas de concreto de alta resistência ao desgaste para acabamento de pisos, assentada com argamassa sobre base de concreto.

O Seminário acontecerá das 14h às 18h50, no auditório da UNYAHNA, em Barreiras, e terá em sua programação palestras de profissionais das prefeituras de Salvador e Barreiras, do CREA-BA, do Movimento de Inclusão pela Qualificação do Especial Independente (MIQUEI) e da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF). Informações no CREA/BA, que realizará o evento junto com a Prefeitura de Barreiras: (77) 3453-8939. Apóiam o Seminário: ABCP, Comissão Coordenadora do Pacto pela Acessibilidade e MUTUA-BA (Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA-BA).

I SEMINÁRIO REGIONAL DE CALÇADAS E ACESSIBILIDADE DE BARREIRAS
24 . 11 . 2009
14h 05min– Mesa de Abertura do Evento
· Prefeitura
· CREA-BA
· Ministério Público
· Entidades
14h30min – Ações do CREA-BA em Acessibilidade
Palestrante: Eng.º Civil e Arqt.º Giesi Nascimento Filho
CREA-BA
15h00min - Calçadas acessíveis - Pavimentos recomendados
Palestrante: Eng.ª Ana Gabriela Saraiva de Aquino Lima
ABCP – Associação Brasileira de Cimento Portland
15h30min – Dificuldades na mobilidade em Barreiras
Palestrante: D. Aida Okawati
Diretora da MIQUEI
16h00min – Debate
16h30min - Coffee Break
16h45min – Mesa Redonda – Contextualização e Estudos de Casos
· Prefeitura de Barreiras – Projeto Praça dos Sentidos
Palestrante: Jusmari de Souza Oliveira
Prefeita do Município de Barreiras
Eng.º Emanuel Moreira Nunes
Prefeitura de Barreiras
· Prefeitura de Salvador
Palestrante: Eng.ª e Arqt.ª Telma Virginia Brito –
Fundação Mário Leal Ferreira - FMLF / PMS
· Calçadas – Problemas e Propostas de Soluções
Palestrante: Eng.º Civil Raimundo Nonato Ribeiro
Fundação Mário Leal Ferreira - FMLF / PMS
18h15min – Debate
18h50min – EncerramentO

(JULIANA CHAVES - CLICK)

13/11/2009

PAVIMENTO INTERTRAVADO

O pavimento intertravado de concreto é um dos sistemas mais versáteis existentes no mercado. Pode ser aplicado em casas, condomínios, áreas comerciais, vias urbanas e áreas industriais. Os pavimentos intretravados são utilizados nas principais cidades e países do mundo porque oferecem o melhor custo benefício por meio de uma série de vantagens, como: aspecto visual agradável, facilidade de execução, maior resistência e durabilidade das peças, maior conforto térmico, economia de energia elétrica, capacidade de drenagem, superfície antiderrapante, excelente conforto de rolamento, sinalização incorporada ao pavimento, facilidade de manutenção, reutilização, reciclagem das peças e custo competitivo.