22/11/2010

PARA DIVULGAÇÃO REGIONAL

9º Construbusiness

18/11/2010



Crescer com sustentabilidade é o grande desafio do setor de Habitação

 O Brasil vive um momento de crescimento contínuo com grandes perspectivas de novos investimentos que tendem a aumentar com a realização de vários eventos de grande porte como a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016.
 O setor da construção civil – que esteve estagnado por quase 20 anos – agora mostra uma retomada vigorosa e vai crescer 6,1% ao ano, criando 3,3 milhões de novos postos de trabalho.
 A ocupação no setor deverá passar de 6,9 milhões de pessoas, em 2009, para 10,2 milhões de pessoas, em 2022.
 A participação da cadeia produtiva da indústria da construção no PIB nacional saltará de 8,3%, em 2009, para 9,5%, em 2022, segundo estudo da consultoria FGV Projetos.
 No entanto, segundo João Cláudio Robusti, coordenador do GT Habitação, do Construbusiness, ao mesmo tempo em que há crescimento, o Brasil ainda apresenta deficiências habitacionais e principalmente de infraestrutura sem contar com o problema da escassez de mão de obra em todos os setores:
 "O País de hoje é carente de mão de obra qualificada e isso será muito em breve um grande problema. Não haverá mão de obra para cobrir a demanda. Assim, é preciso que o governo comece desde já a se preocupar com cursos técnicos e em criar condições para melhorar o estudo no País", alerta Robusti.
 Para propor soluções e apontar gargalos dos setores da indústria travados em função de burocracia, falta de investimento e planejamento, a Fiesp, em parceria com mais de 100 entidades ligadas à indústria da Construção, elaborou – assessorado por duas consultorias (FGV e LCA) – um programa de Estado, em forma de livro: "Brasil 2022: Planejar, Construir, Crescer", a ser apresentado ao novo presidente  e governadores eleitos.
A 9ª edição acontece no próximo dia 29 de novembro, das 8 horas às 18 horas, no Teatro do Sesi, na Avenida Paulista, 1313, prédio da Fiesp, em São Paulo.
"É uma agenda inédita que acompanhará o governo por 12 anos, três mandatos, com objetivo de apresentar, à sociedade e aos homens públicos, propostas que contribuam, de maneira efetiva, para o crescimento do Brasil", enfatiza o vice-presidente da Fiesp e diretor-titular do Deconcic, José Carlos de Oliveira Lima.

Silvana Orsini
Agência Casa da Notícia

19/11/2010

DIVULGAÇÃO IMEDIATA

Caros Assessores


Segue release para divulgação imediata de todos vcs regionalmente.

A ABCP está liderando este estudo e precisa que o Construbusiness saia nos principais veículos do Brasil.
Até o dia do evento, todos devem receber notas e releases sobre este tema e priorizar a divulgação.

Conto com o emprenho e o respaldo de todos.


Marta Oliveira
Assessora de Comunicação
Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré - 05347-902 - São Paulo - SP
11-3760-5314/ 11-9966-3396

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Construbusiness conclui propostas para o desenvolvimento do Brasil até 2022

 Os Grupos de Trabalho dos setores de Infraestrutura e Habitação concluíram as propostas para um Plano de Estado a ser apresentado à sociedade no próximo dia 29, na Fiesp, durante a realização do Construbusiness 2010, 9º Congresso Brasileiro da Construção. Esse estudo, que será encaminhado à presidenta Dilma Roussef, foi aprovado pelo Conselho Superior da Indústria da Indústria da Construção (Consic) e pela diretoria do Departamento da Indústria da Construção da Fiesp (Deconcic).

O estudo da Fiesp reflete um panorama das necessidades brasileiras nesses setores dentro de um cenário de crescimento econômico e populacional até 2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil.

No setor da Habitação, o levantamento sugere a necessidade de se construir 23,5 milhões de novas moradias nesses 12 anos, que vão exigir investimentos de R$ 3 trilhões ou R$ 255 milhões, em média, por ano. Isso equivale a 5,7% do PIB. Hoje o investimento em habitação é de cerca de 4% do PIB nacional.

Os desafios para se atingir essas metas passam por produtividade e competitividade; novas fontes de financiamentos; criação de uma política habitacional; oferta de terrenos; sustentabilidade; eliminação da morosidade burocrática e participação crescente da iniciativa privada.

Em infraestrutura, os investimentos sugeridos pelo Construbusiness, para um Plano de Estado, chegam a mais de R$ 2 trilhões para contemplar melhorias em Transportes, Rodovias, Hidrovias, Aeroportos, Energia, Ferroviário, Energia, Petróleo e Gás, Telecomunicações e Saneamento, com o crescimento da participação do setor privado.

É imprescindível ainda, segundo as propostas do Construbusiness, não só ampliar os aeroportos como também modificar o modelo de operação, deixando de ser depósitos de mercadorias essenciais à espera de liberação, tornando-se corredores de exportação e importação, nos quais autoridades sanitárias, alfandegárias e aeroportuárias trabalhem com agilidade.

O Programa aborda também as carências e as fontes de financiamento para a eliminação de gargalos da infraestrutura e sugere a reforma tributária e a mudança na lei de licitações, fatores que travam o desenvolvimento do País.

"Vamos oferecer, nessa edição histórica um estudo que aponta não apenas os gargalos que precisam ser eliminados, mas os caminhos e também os custos para dotar o País da infraestrutura necessária", disse o vice-presidente da Fiesp e diretor-titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), José Carlos de Oliveira Lima.

Assessoria de Imprensa

Marta Oliveira

11-3760-5314

29/10/2010

URGENTE

CAROS ASSESSORES


PRECISO QUE VCS ENVIEM PARA MIM EM ALTA RESOLUÇÃO, A IMAGEM DAS MATÉRIAS QUE VCS CONSIDERAM DESTAQUE DE 2010 PARA ILUSTRAR  O CAPÍTULO DE IMPRENSA DO RELATÓRIO ANUAL.

SOMENTE MATÉRIAS COM TÍTULOS RELEVANTES.

aguardo para ainda hj e também  hj o número de matérias. a planilha preenchida para semana que vem


CONTO COM A COLABORAÇÃO DE TODOS

Marta Oliveira
Assessora de Comunicação
Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré - 05347-902 - São Paulo - SP
11-3760-5314/ 11-9966-3396

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Para continuar recebendo os informativos e comunicados sobre o universo do cimento e novidades da ABCP, pedimos a todos que acessem o link abaixo e façam o recadastramento em nosso portal. A atualização é rápida.

http://www.abcp.org.br/colaborativo-portal/cadastro.php

Se você já possui cadastro em nosso portal, desconsidere esta mensagem
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25/10/2010

RELEASE - REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO 2010

RELEASE PARA DIVULGAÇÃO NACIONAL (LIDE) E DA REGIONAL RJ


ABCP apresentará tecnologias em pavimentação de concreto  na 40º Reunião Anual de Pavimentação

Promovido pela Associação Brasileira de Pavimentação (ABPv), o evento, um dos maiores eventos da América Latina, reunirá especialistas nacionais e internacionais


São Paulo, 21 de outubro de 2010 – Discutir os principais problemas que afetam o setor e apresentar soluções que melhorem as condições de ruas e estradas em todo o território nacional são os principais objetivos da 40ª Reunião Anual de Pavimentação (RAP), programada para os dias 26 a 28 de outubro, no Centro de Convenções Sul América, no Rio de Janeiro (RJ) – com o tema "Desafios e perspectivas para uma pavimentação de desempenho superior".


A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), patrocinadora do evento, apresentará no dia 27/10 a palestra internacional  Pavimento de Concreto - Experiência Argentina, ministrada pelo engenheiro Edgardo Souza, do Instituto de Cimento Portland Argentino (ICPA), convidado pela ABCP. No dia 28, será a vez dos engenheiros Marcos Dutra de Carvalho e Ronaldo Vizzoni, especialistas da ABCP, a apresentarem O Pavimento de concreto nas Cidades. Além disso, os profissionais da entidade estarão à disposição dos visitantes para fornecer orientações e esclarecer dúvidas sobre as tecnologias aplicadas.

Vale ressaltar que as rodovias brasileiras sempre desempenharam papel vital para a economia do País. Segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), elas são responsáveis por 95% do transporte de passageiros e 61% do transporte de carga no território nacional. Dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) registram cerca de 170 mil quilômetros pavimentados, além de quase 1,5 milhão de quilômetros ainda sem pavimentação, que ligam mercados produtores e consumidores. A importância econômica e social da malha viária brasileira ao longo da história é incontestável, pois implica diretamente na segurança dos usuários, na competitividade do setor de transporte e no desenvolvimento nacional.

Tamanha relevância merece tecnologias de pavimentação de qualidade e durabilidade, que garantam a mínima manutenção preventiva e nenhuma corretiva, tanto nas estradas quanto nas demais vias públicas, otimizando recursos públicos e auxiliando na redução do chamado 'Custo Brasil'. Uma das respostas para o enorme desafio de recuperar e expandir a malha viária nacional é o pavimento de concreto: sistema construtivo durável, indicado para vias de tráfego intenso e pesado, sejam rodovias federais, estaduais ou vias urbanas – além de portos e aeroportos.

Na área de infraestrutura destaca-se a aplicação do concreto na pavimentação rodoviária e urbana, que sob o ponto de vista técnico e econômico, é a melhor alternativa. Em rodovias, merecem destaque as duas principais obras em pavimento de concreto: o Rodoanel trecho Sul, em São Paulo, e a BR 101-NE (Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte), que se tornaram referência de tecnologia em estradas de concreto.

Vantagens do pavimento de concreto:
ü        Durabilidade: mais de 30 anos, praticamente sem necessidade de reparos, apenas uma pequena manutenção, que se resume a uma nova selagem das juntas a cada 10 anos.
ü        Custos competitivos: em vias de tráfego pesado, intenso e canalizado, os custos iniciais chegam a ser menores do que os de outras soluções (levando-se em conta as condições do terreno).
ü        Economia para o poder público: cada dólar investido em uma estrada de concreto corresponde a uma economia de três dólares em custo operacional (fonte: Banco Mundial).
ü        Economia de combustível: pode chegar a 20% a economia de combustível para motoristas que trafegam sobre o pavimento de concreto. Quanto mais pesado o veículo, maior a economia. (fonte: Arizona State University).
ü        Segurança para o usuário: não forma buracos ou trilhas de roda, impede acúmulo de água (aquaplanagem) e, devido à sua textura, reduz em 40% a distância de frenagem.
ü        Economia de energia: por ter a superfície clara, reflete melhor a luminosidade, reduzindo o número de postes necessários para iluminação.
ü        Ecologicamente correto: retém menos calor, mantendo a temperatura ambiente; em função desta característica, é indicado para reservas e parques ambientais.
ü        Construção ágil: o rendimento de construção de cada máquina chega a 1,5 quilômetro/dia. Com as novas tecnologias, a execução é ágil e o tráfego pode ser liberado em poucas horas.


SOBRE A ABCP
A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) é uma entidade sem fins lucrativos que há mais de 70 anos promove estudos sobre o cimento e suas aplicações. Reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em pesquisas sobre o cimento, a ABCP também atua no desenvolvimento de tecnologias sobre o concreto e mantém uma equipe de profissionais graduados à disposição do mercado, para consultoria e suporte a grandes obras da engenharia brasileira. Para conhecer o site da ABCP, visite www.abcp.org.br.



Serviço:
40ª RAPv
De: 26 a 28 de outubro
Local: Centro de Convenções Sul América
Av. Paulo de Frontin com Av. Presidente Vargas – Cidade Nova - RJ
Site: www.rapv.org.br


Mais informações:

Lide Soluções Integradas em Comunicação

Cristina Soares - (11) 2711-1613
cristina03@lide.com.br
www.lide.com.br

15/10/2010

RELEASE IBRACON

ABCP patrocina 52º Congresso Brasileiro do Concreto
em Fortaleza



Fortaleza sediará de 13 a 17 de outubro, no Centro de Convenções do Ceará, em Fortaleza, o 52º Congresso Brasileiro do Concreto. Promovido pelo Ibracom e patrocinado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), trata-se do maior fórum nacional de debates sobre os recentes avanços e aplicações do concreto em obras civis, no qual serão discutidas as tecnologias do concreto e de seus sistemas construtivos.
As sessões técnicas apresentarão pesquisas acadêmicas e inovações tecnológicas em projetos do segmento. Haverá palestras sobre normalização, materiais, métodos construtivos e análise estrutural de obras de concreto, ministradas por representantes de universidades, instituições nacionais de pesquisas e empresas, do Brasil e do exterior. Palestrantes brasileiros e estrangeiros compartilharão suas experiências com a apresentação de cases de obras emblemáticas em concreto.
Algumas palestras de especialistas da ABCP merecem destaque, entre elas:
Ø        A evolução da normalização e de algumas propriedades do cimento Portland, por Inês Battagin (cargo);
Ø        Tendências para normalização do metacaulim para uso em concreto, por Flavio Munhoz (cargo);
Ø         Contribuição para a prevenção de manifestações patológicas devidas à reação álcali-carbonato: um roteiro de estudo, por Ana Livia Silveira (cargo);
Ø        Avaliação do desempenho de pavimentos permeáveis com peças pré- moldadas de concreto utilizando-se simulador de chuva, por Mariana Marchioni  (cargo);
Ø        A experiência da aplicação da norma brasileira de reação álcali- agregado, por Arnaldo Battagin, engenheiro responsável pelos laboratórios da ABCP;
Ø        A sustentabilidade na indústria do Cimento no Brasil: o viés ambiental, por Arnaldo Battagin, engenheiro responsável pelos laboratórios da ABCP.

Autoridades de referência mundial estarão presentes no congresso, entre eles: Roberto Stark (Universidade do México, México), Benoit Fournier (Laval University de Quebec, Canadá), Ernie Schrader (Schrader Consulting, Estados Unidos), Jacky Mazars (Instituto Politécnico de Grenoble, França) e Hani Nassif (Universidade de Nova Jersey, Estados Unidos).

Mais informações:
Lide Soluções Integradas em Comunicação
Contatos: Cristina Soares (11) 2711-1613 cristina03@lide.com.br
www.lide.com.br

ENTREVISTA RENATO GIUSTI PARA REVISTA DA ABNT

NÃO REPRODUZIR

Entrevista para a Revista de 70 anos da ABNT
Setembro de 2010
 
Entrevistado:
Renato José Giusti
Presidente da ABCP
 
1. Quais são atividades que a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) realiza atualmente?
A missão da ABCP está descrita em 4 grandes blocos de atividades que são:
·        consolidar e expandir o mercado de produtos e sistemas à base de cimento;
·        representar técnica e institucionalmente a indústria do cimento em competitividade industrial, normalização e qualidade e meio ambiente;
·        prestar serviços tecnológicos de excelência; e,
·        organizar a informação técnica, difundir, transferir tecnologia e capacitar
Em outras palavras significa dizer que contribuímos para o desenvolvimento da construção civil com o estudo de produtos e sistemas à base de cimento, com ênfase na qualidade, meio ambiente, competitividade, cultura do uso, capacitação da mão de obra e ação social.
Significa que o cimento participa do desenvolvimento de um país e constrói qualidade de vida para a sociedade.
2. A história da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) está fortemente ligada à Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), afinal, foram justamente as  especificações do cimento que motivaram a fundação da ABNT em 1940. Desde então, como tem sido o relacionamento entre as duas associações? Como elas interagem?
Ser uma das fundadoras da ABNT é com certeza, um dos fatos que mais nos orgulha e honra a história da ABCP, pois qualidade é palavra de ordem para o setor e ela só acontece de modo efetivo quando existe normalização. Portanto, somos entidades irmãs que desde então caminham juntas.
Como a ABCP possui um corpo técnico de excelência e uma infraestrutura adequada para pesquisa e ensaios em face de seus bem equipados laboratórios, e dispõe ainda de um acervo técnico abrangente e de qualidade em sua biblioteca de consulta pública, tudo isso colabora de modo muito efetivo para o desenvolvimento de normas. Nossos profissionais participam ativamente das comissões de estudo que elaboram e/ou revisam as normas técnicas da área específica de nossa atuação, atendendo assim as necessidades de produtores e consumidores de cimento, concreto, artefatos, argamassas, prefabricados e outros produtos.
Atualmente, a ABCP tem representação nos Conselhos Deliberativo e Técnico da ABNT, e se envolve mais especificamente no trabalho desenvolvido pelos Comitês Brasileiros ligados à construção civil, como o CB-2 (Comitê Brasileiro da Construção Civil) e principalmente o CB- 18 (Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados), sendo inclusive responsável pela Secretaria Técnica deste último.
 
 
 
3. Quando foi a primeira vez que o senhor se deparou com uma norma técnica brasileira em sua vida? Qual foi a norma e para que o senhor a usou?
Foi há mais de 35 anos, quando comecei a trabalhar no setor do cimento. A partir daí, as normas da construção civil e, sobretudo, as do cimento estão sempre à mão na minha mesa de trabalho.
 
4. Por que é importante o uso de normas técnicas?
Uma norma reúne o que há de mais atual e racional no campo da tecnologia. É um documento orientativo para ser aplicado, seguido e cumprido. Posso então afirmar que norma é como lei.
A lei garante segurança e a defini os direitos e deveres de cada um. A norma também. Ambas mudam com as necessidades da civilização e se adéquam com o passar dos tempos.
A normalização desempenha um papel importante como ferramenta de negócios e há muito as normas técnicas deixaram de ser apenas meros documentos técnicos de consulta. Assim a ABCP enxerga o valor da normalização e a tem como uma das premissas de sua atuação.
Nosso interesse nessa área fundamenta-se na importância crescente da normalização técnica como instrumento de capacitação, certificação e de mercado, exigindo que apenas produtos e serviços de qualidade comprovada por normas técnicas sejam aceitos e aplicados, cada vez mais, pelos consumidores, fatos que aumentam a competitividade de toda a cadeia da construção civil.
O setor da construção civil, como um todo, conta hoje com cerca de 1.500 normas brasileiras, dentre as quais cerca de 300 tratam do concreto, de seus materiais constituintes e aplicações. Ampliar o conhecimento sobre alguns documentos normativos e acompanhar a relação de temas em estudo passa pela agenda de todos aqueles que, como nós, atuam na construção, especialmente neste promissor momento da engenharia brasileira. Tal acervo não seria possível se não contássemos como entidade atuante e agregadora como a ABNT.
Como disse anteriormente, se uma das missões da ABCP é incentivar e praticar a qualidade em toda a cadeia produtiva que emprega o cimento, isso não é possível sem regras, ou seja, sem normas.
 
5. Como o Brasil está posicionado no mercado mundial do cimento?
Nos últimos dois anos foram produzidas e consumidas cerca de 52 milhões de toneladas, de uma capacidade instalada de 67 milhões. Esse nível de produção mantém o Brasil entre os 10 maiores produtores mundiais, devendo posicioná-lo agora como o 5º maior produtor mundial.
Até fins do primeiro semestre de 2010, a produção da indústria brasileira do cimento experimentava um crescimento – comparado a igual período do ano passado – da ordem de 12,5 %, fruto do momento promissor da construção, incentivado pela estabilidade econômica e pelos programas governamentais de habitação e infraestrutura.
 
6. Como é realizado o processo de certificação da ABCP? Essa certificação é baseada nas normas ABNT? E por que a certificação é importante?
Há mais de dez anos, a união entre os setores público e privado criou o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat – PBQP-H, ligado ao Ministério das Cidades. O Programa é de âmbito nacional e com adesão voluntária. O objetivo é elaborar mecanismos para garantir a conformidade com as normas técnicas da ABNT e assim estimular a melhoria da qualidade no setor da Construção civil. Os selos de qualidade concedidos pela ABCP ao cimento e diversos produtos à base de cimento e que faz parte do Programa Setorial da Qualidade são baseados totalmente na premissa de atendimento às especificações de produto da ABNT.
E o mais importante é ver que o cimento portland é o material de construção de maior índice de conformidade do PBQP-H: 99,2%.
 
7. Quais são as linhas de pesquisa recentes a respeito do cimento? E como as normas técnicas se adéquam a elas?
As pesquisas em cimento podem ser resumidas na melhoria da eficiência energética, uso de combustíveis alternativos e cimentos com adições, visando a diminuição das emissões de gases de efeito estufa, sendo a indústria brasileira de cimento considerada atualmente como uma das mais ecoeficientes e avançadas nesse aspecto no mundo.
No campo do concreto a conscientização e o estímulo aos  critérios de sustentabilidade também tem sido intensos e o papel das normas da ABNT tem sido relevantes no sentido de sistematizar conceitos que garantam a durabilidade das estruturas de concreto, bem como aumento da produtividade, como o estabelecido por exemplo nas novas normas de concreto auto adensáveis.
 
8. A ABNT comemora 70 anos em setembro. Por favor, escreva uma breve mensagem falando a respeito da instituição e de sua importância para o segmento do cimento
A ABNT faz parte da história da construção de uma grande nação.
Sem ela e sem a consciência de sua importância pelo setor produtivo, o Brasil não teria alcançado destaque internacional no campo técnico em todos os setores produtivos, em especial naqueles que envolvem a engenharia como um todo.
 
Integrar-se, participar ativamente e ajudar a ABNT é, antes de mais nada, um ato de cidadania e de responsabilidade.
Que mais 70 anos de dedicação e êxito estejam pela frente.
E como sempre digo que ninguém faz nada sozinho, pode sempre contar com a ABCP.
 
9. O senhor tem alguma história, em particular que se lembra, e que gostaria de contar a respeito da instituição, da criação de uma norma ou de seu uso, por exemplo?
Em 2004, tive a honra de liderar um movimento que tinha como objetivo ajudar a ABNT a superar um momento de difícil de crise financeira. Foi um período em que vários setores empresariais se mobilizaram para reerguer a instituição. Tenho orgulho de ter feito parte da história da ABNT que atualmente segue sob excelente gestão de Pedro Buzatto Costa e muito bem estruturada para servir a todo o Brasil.
 
 
Entrevista para a Revista de 70 anos da ABNT
Setembro de 2010
 
Entrevistado:
Renato José Giusti
Presidente da ABCP
 
1. Quais são atividades que a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) realiza atualmente?
A missão da ABCP está descrita em 4 grandes blocos de atividades que são:
·        consolidar e expandir o mercado de produtos e sistemas à base de cimento;
·        representar técnica e institucionalmente a indústria do cimento em competitividade industrial, normalização e qualidade e meio ambiente;
·        prestar serviços tecnológicos de excelência; e,
·        organizar a informação técnica, difundir, transferir tecnologia e capacitar
Em outras palavras significa dizer que contribuímos para o desenvolvimento da construção civil com o estudo de produtos e sistemas à base de cimento, com ênfase na qualidade, meio ambiente, competitividade, cultura do uso, capacitação da mão de obra e ação social.
Significa que o cimento participa do desenvolvimento de um país e constrói qualidade de vida para a sociedade.
2. A história da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) está fortemente ligada à Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), afinal, foram justamente as  especificações do cimento que motivaram a fundação da ABNT em 1940. Desde então, como tem sido o relacionamento entre as duas associações? Como elas interagem?
Ser uma das fundadoras da ABNT é com certeza, um dos fatos que mais nos orgulha e honra a história da ABCP, pois qualidade é palavra de ordem para o setor e ela só acontece de modo efetivo quando existe normalização. Portanto, somos entidades irmãs que desde então caminham juntas.
Como a ABCP possui um corpo técnico de excelência e uma infraestrutura adequada para pesquisa e ensaios em face de seus bem equipados laboratórios, e dispõe ainda de um acervo técnico abrangente e de qualidade em sua biblioteca de consulta pública, tudo isso colabora de modo muito efetivo para o desenvolvimento de normas. Nossos profissionais participam ativamente das comissões de estudo que elaboram e/ou revisam as normas técnicas da área específica de nossa atuação, atendendo assim as necessidades de produtores e consumidores de cimento, concreto, artefatos, argamassas, prefabricados e outros produtos.
Atualmente, a ABCP tem representação nos Conselhos Deliberativo e Técnico da ABNT, e se envolve mais especificamente no trabalho desenvolvido pelos Comitês Brasileiros ligados à construção civil, como o CB-2 (Comitê Brasileiro da Construção Civil) e principalmente o CB- 18 (Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados), sendo inclusive responsável pela Secretaria Técnica deste último.
 
 
 
3. Quando foi a primeira vez que o senhor se deparou com uma norma técnica brasileira em sua vida? Qual foi a norma e para que o senhor a usou?
Foi há mais de 35 anos, quando comecei a trabalhar no setor do cimento. A partir daí, as normas da construção civil e, sobretudo, as do cimento estão sempre à mão na minha mesa de trabalho.
 
4. Por que é importante o uso de normas técnicas?
Uma norma reúne o que há de mais atual e racional no campo da tecnologia. É um documento orientativo para ser aplicado, seguido e cumprido. Posso então afirmar que norma é como lei.
A lei garante segurança e a defini os direitos e deveres de cada um. A norma também. Ambas mudam com as necessidades da civilização e se adéquam com o passar dos tempos.
A normalização desempenha um papel importante como ferramenta de negócios e há muito as normas técnicas deixaram de ser apenas meros documentos técnicos de consulta. Assim a ABCP enxerga o valor da normalização e a tem como uma das premissas de sua atuação.
Nosso interesse nessa área fundamenta-se na importância crescente da normalização técnica como instrumento de capacitação, certificação e de mercado, exigindo que apenas produtos e serviços de qualidade comprovada por normas técnicas sejam aceitos e aplicados, cada vez mais, pelos consumidores, fatos que aumentam a competitividade de toda a cadeia da construção civil.
O setor da construção civil, como um todo, conta hoje com cerca de 1.500 normas brasileiras, dentre as quais cerca de 300 tratam do concreto, de seus materiais constituintes e aplicações. Ampliar o conhecimento sobre alguns documentos normativos e acompanhar a relação de temas em estudo passa pela agenda de todos aqueles que, como nós, atuam na construção, especialmente neste promissor momento da engenharia brasileira. Tal acervo não seria possível se não contássemos como entidade atuante e agregadora como a ABNT.
Como disse anteriormente, se uma das missões da ABCP é incentivar e praticar a qualidade em toda a cadeia produtiva que emprega o cimento, isso não é possível sem regras, ou seja, sem normas.
 
5. Como o Brasil está posicionado no mercado mundial do cimento?
Nos últimos dois anos foram produzidas e consumidas cerca de 52 milhões de toneladas, de uma capacidade instalada de 67 milhões. Esse nível de produção mantém o Brasil entre os 10 maiores produtores mundiais, devendo posicioná-lo agora como o 5º maior produtor mundial.
Até fins do primeiro semestre de 2010, a produção da indústria brasileira do cimento experimentava um crescimento – comparado a igual período do ano passado – da ordem de 12,5 %, fruto do momento promissor da construção, incentivado pela estabilidade econômica e pelos programas governamentais de habitação e infraestrutura.
 
6. Como é realizado o processo de certificação da ABCP? Essa certificação é baseada nas normas ABNT? E por que a certificação é importante?
Há mais de dez anos, a união entre os setores público e privado criou o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat – PBQP-H, ligado ao Ministério das Cidades. O Programa é de âmbito nacional e com adesão voluntária. O objetivo é elaborar mecanismos para garantir a conformidade com as normas técnicas da ABNT e assim estimular a melhoria da qualidade no setor da Construção civil. Os selos de qualidade concedidos pela ABCP ao cimento e diversos produtos à base de cimento e que faz parte do Programa Setorial da Qualidade são baseados totalmente na premissa de atendimento às especificações de produto da ABNT.
E o mais importante é ver que o cimento portland é o material de construção de maior índice de conformidade do PBQP-H: 99,2%.
 
7. Quais são as linhas de pesquisa recentes a respeito do cimento? E como as normas técnicas se adéquam a elas?
As pesquisas em cimento podem ser resumidas na melhoria da eficiência energética, uso de combustíveis alternativos e cimentos com adições, visando a diminuição das emissões de gases de efeito estufa, sendo a indústria brasileira de cimento considerada atualmente como uma das mais ecoeficientes e avançadas nesse aspecto no mundo.
No campo do concreto a conscientização e o estímulo aos  critérios de sustentabilidade também tem sido intensos e o papel das normas da ABNT tem sido relevantes no sentido de sistematizar conceitos que garantam a durabilidade das estruturas de concreto, bem como aumento da produtividade, como o estabelecido por exemplo nas novas normas de concreto auto adensáveis.
 
8. A ABNT comemora 70 anos em setembro. Por favor, escreva uma breve mensagem falando a respeito da instituição e de sua importância para o segmento do cimento
A ABNT faz parte da história da construção de uma grande nação.
Sem ela e sem a consciência de sua importância pelo setor produtivo, o Brasil não teria alcançado destaque internacional no campo técnico em todos os setores produtivos, em especial naqueles que envolvem a engenharia como um todo.
 
Integrar-se, participar ativamente e ajudar a ABNT é, antes de mais nada, um ato de cidadania e de responsabilidade.
Que mais 70 anos de dedicação e êxito estejam pela frente.
E como sempre digo que ninguém faz nada sozinho, pode sempre contar com a ABCP.
 
9. O senhor tem alguma história, em particular que se lembra, e que gostaria de contar a respeito da instituição, da criação de uma norma ou de seu uso, por exemplo?
Em 2004, tive a honra de liderar um movimento que tinha como objetivo ajudar a ABNT a superar um momento de difícil de crise financeira. Foi um período em que vários setores empresariais se mobilizaram para reerguer a instituição. Tenho orgulho de ter feito parte da história da ABNT que atualmente segue sob excelente gestão de Pedro Buzatto Costa e muito bem estruturada para servir a todo o Brasil.
 
 
 
 
 
 



Marta Oliveira
Assessora de Comunicação
Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré - 05347-902 - São Paulo - SP
11-3760-5314/ 11-9966-3396

PAUTA ATENPORAL RELEASE: COMO COMPRAR CIMENTO

RELEASE: COMO COMPRAR CIMENTO


Associação Brasileira de Cimento Portland orienta lojista e consumidor final na hora de comprar e vender cimento


São Paulo, 19 de fevereiro de 2010 - A qualidade do cimento está diretamente ligada à segurança da população. Cimentos produzidos fora dos padrões estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) podem comprometer as estruturas, causar fissuras e outras manifestações patológicas que, em casos extremos, podem levar edificações ao colapso (queda). Para esclarecer o assunto a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) dá algumas dicas para que o  lojista e o consumidor exijam qualidade na hora de comprar cimento.

De acordo com o técnico especialista em cimento da ABCP, Arnaldo Battagin, um dos principais itens na hora de escolher o cimento, independente da marca ou do tipo de cimento, é assegurar que o produto tenha atestado de qualidade. "Prefira cimentos que tenham o Selo de Qualidade da ABCP ou de qualquer outro órgão que possa comprovar a procedência do produto. Caso não haja selo, peça ao revendedor o laudo técnico com os ensaios. É um direito do consumidor e um dever do lojista, de acordo com o Código Brasileiro do Consumidor", orienta Arnaldo.

Além da certificação, veja outros aspectos  a serem considerados

Prazo de validade - O prazo de validade vem impresso no saco de cimento e nunca é superior a três meses. Caso, ele esteja vencido ou o fabricante especifique um prazo maior, desconfie;
Procedência – Todos os sacos de cimento devem trazer o nome do fabricante, da marca, o endereço e outros dados de identificação. A sigla que especifica o tipo do cimento deve ser escrita em letras maiúsculas e em números romanos (Exemplo CPII, CPIV). A classe da resistência do produto deve estar em números arábicos, logo em seguida à sigla referente ao tipo;
Produto - Fique atento ao produto. Caso esteja empedrado (mesmo que em pouca quantidade), o cimento não deve ser usado, principalmente em obras estruturais;
Sacaria – O cimento é vendido em sacos de papel que contém 40 ou 50 quilos. Suspeite de sacos com pesagens diferentes e embalagens plásticas. O processo de fabricação do cimento é uma atividade industrial complexa, que exige rigoroso controle de qualidade em todas as etapas de fabricação. Para aferir esse controle no produto final a ABCP faz inspeções e ensaios periódicos em amostras de cimento e segue procedimentos estabelecidos por normas internacionais, garantindo o atendimento às normas estabelecidas pela ABNT, com concessão do Selo de Qualidade. "Esse controle faz parte das ações do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H), do Ministério das Cidades, que estabelece critérios e normas para materiais e serviços para execução de construções do governo e da iniciativa privada", afirma Arnaldo.

Estocagem - Os pontos-de-venda devem zelar pelas condições de estocagem, pois o armazenamento incorreto do cimento pode alterar sua qualidade. Assim, o armazenamento deve ser feito com até 10 sacos empilhados e protegidos da umidade, do contato direto com o chão e com certa distância das paredes como preconiza a norma.

 O que o lojista deve saber a respeito de aspectos legais da não obediência às normas técnicas

Até a publicação no Diário Oficial da Lei 8.078 (Código de Defesa do Consumidor) em 11 de setembro de 1990, as normas brasileiras da ABNT de produtos e execução de serviços eram voluntárias, e com raras exceções não tinham obrigatoriedade por força de lei. A partir dessa data, o consumidor que ao adquirir, por exemplo, um cimento fora de norma e se sentir lesado pode procurar os órgãos competentes e recorrer a Lei, pois a  obediência à norma tornou-se obrigatória como explicita em seu capítulo V, seção IV, artigo 39, inciso VIII:

"É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas, colocar no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro)".

Além do fabricante, o comerciante também é responsável como estabelece o Código de Defesa do Consumidor em seu capítulo IV – que trata da Qualidade de Produtos e Serviços e da Prevenção e da Reparação dos Danos, seção III - da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço, em seu artigo 18:

"Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com as indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas".

Em suma, a venda de produtos fora de norma é considerada crime  no Brasil e atribui ao comerciante responsabilidade solidária pelo ato ilícito cometido juntamente com o fabricante. Esse fato significa que qualquer consumidor que se sinta lesado por receber cimento fora de norma poderá fazer denúncia aos órgãos competentes contra o fabricante de cimento ou comerciante, que estarão sujeitos a desde uma multa até a interdição total do estabelecimento ou obra, passando por infrações criminais e penais, apreensão do produto, cassação do registro, proibição de fabricação, cassação de licença e intervenção administrativa.

Portanto, o comerciante que está preocupado com estas implicações deve exigir dos fabricantes a comprovação de que o produto está em condições de ser aplicado.
Desta forma, cumprir as Normas Brasileiras é, antes de tudo, cumprir a lei e zelar pela qualidade dos produtos.

Linha direta - Caso o consumidor  ou lojista tenha mais alguma dúvida sobre cimento, a ABCP possui um serviço de discagem direta gratuita, chamado Disque Cimento e Concreto (DCC). O número do telefone é o 0800.0555.776.

Sobre a ABCP - Fundada há 73 anos, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) é uma entidade técnica, sem fins lucrativos, mantida, voluntariamente, pela indústria brasileira de cimento. Foi criada para estudar e promover produtos e sistemas à base de cimento. É um centro de referência em tecnologia de cimento e concreto, reconhecido nacional e internacionalmente, pelos serviços às empresas associadas, ao poder público e à construção civil. Entre os objetivos da ABCP estão o desenvolvimento e a difusão de novas tecnologias e sistemas construtivos à base de cimento e o acompanhamento das tendências do mercado com uma atuação sinérgica com toda a cadeia produtiva da construção.



Mais informações:
Lide Soluções Integradas em Comunicação
Contatos: Cristina Soares (11) 2711-1613 cristina03@lide.com.br
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MAIS RELEASES ATEMPORAL

0800 tira dúvidas sobre cimento e concreto

Serviço oferecido pela ABCP já atendeu cerca de 25 mil consumidores


São Paulo,  janeiro de 2010 - Qual a melhor forma de armazenar cimento? Quais os tipos de blocos de concreto mais utilizados? Como e por quanto tempo curar uma laje para evitar trincas? Como preparar argamassa? Estas e outras dúvidas sobre a utilização do cimento podem ser esclarecidas por meio do Disque Cimento e Concreto – 0800-0555776 serviço gratuito criado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) com o objetivo de evitar desperdício, auxiliar na escolha do material adequado e melhorar a qualidade e segurança na construção.

Cerca de 25 mil pessoas já foram esclarecidas em cerca de 44 mil dúvidas via 0800 – também disponível pela Internet, carta, fax e pessoalmente –, sobre aplicações do cimento, do concreto, das argamassas e demais materiais correlatos na construção civil. O serviço atende todos os tipos de consumidores: pedreiros, mestres-de-obras, engenheiros, calculistas, arquitetos, empresários, estudantes, etc.

Segundo Arnaldo Battagin, técnico responsável pelos laboratórios da ABCP, todas as dúvidas são respondidas diretamente por um profissional especializado e treinado, por isso, as respostas, na maioria das vezes, já podem ser obtidas no ato da ligação. "Perguntas mais complexas, que dependem de pesquisa, são respondidas posteriormente. Caso a informação solicitada não esteja disponível, o técnico indicará a bibliografia especializada ou o órgão que possa esclarecer melhor o assunto", explica Battagin.

SOBRE A ABCP
A Associação Brasileira de Cimento Portland – ABCP é uma entidade sem fins lucrativos que há mais de 70 anos promove estudos sobre o cimento e suas aplicações. Reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em pesquisas sobre o cimento, a ABCP também atua no desenvolvimento de tecnologias sobre o concreto e mantém uma equipe de profissionais graduados à disposição do mercado, para consultoria e suporte a grandes obras da engenharia brasileira. Para conhecer o site da ABCP, visite www.abcp.org.br.

FIM DO QUEBRA-QUEBRA, AGORA TUDO SE ENCAIXA NA CONSTRUÇÃO

CAROS ASSESSORES: SEGUE PAUTA PARA DIVULGAÇÃO REGIONAL IMEDIATA. TODAS AS ENTREVISTAS SOBRE ESTE ASSUNTO DEVEM SER ENCAMINHADAS AO MARIO WILLIAM



PEÇO A TODOS QUE ME ENVIEM UM RELATÓRIO DESTA DIVULGAÇÃO (DATA E VEÍCULO) ATÉ O DIA 16 DE NOVEMBRO.










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FIM DO QUEBRA-QUEBRA, AGORA TUDO SE ENCAIXA NA CONSTRUÇÃO


Norma de Coordenação Modular entrou em vigor e permite racionalizar processos construtivos

 

NACIONAL, 15 DE OUTUBRO DE 2010 - É comum, durante uma obra, que uma porta ou uma janela não encaixe no espaço destinado a ela, o que gera desperdício de material e custos. No entanto, a solução para esse problema existe há mais de trinta anos e denomina-se coordenação modular.



Entrou em vigor no dia 1º de outubro, a NBR 15.873:2010 - Norma de Coordenação Modular para edificações, publicada no dia 1º de setembro, que especifica como padrão a medida de 100 mm para módulos básicos, além de definir os termos e os princípios da coordenação modular para edificações. O conceito de coordenação se aplica ao projeto e construção de edificações de todos os tipos e também à produção de componentes construtivos.

 
A ideia central é permitir que os sistemas e componentes tenham medidas padronizadas de forma industrial e sejam compatibilizados desde o projeto. Com isso, a construção se torna mais racionalizada e com alto índice de produtividade. A Norma de Coordenação Modular foi elaborada pela Comissão de Estudo de Coordenação Modular do CB-02 (Comitê Brasileiro da Construção Civil) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), com a participação do Comitê de Tecnologia e Qualidade do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP).

 
Para elaboração do projeto da norma, foram consideradas seis normas internacionais, a ISO 1791:1983, que define os termos necessários para a concepção e construção de edifícios de acordo com a coordenação modular; ISO 1006:1983, que estabelece o valor do módulo básico para ser usado na coordenação modular de edifícios; ISO 2848:1984, princípios e regras da coordenação modular; ISO 6513:1982, séries de medidas multimodulares preferíveis para dimensões modulares; ISO 6514:1982, que determina os valores dos incrementos submodulares; e ISO 1040:1983, que define as medidas dos multimódulos para dimensões coordenadoras horizontais.



A norma cancela e substitui a ABNT NBR 5706 - Norma de Coordenação modular da construção, que fixava as condições exigíveis a serem observadas na elaboração de projetos coordenados modularmente, assim como outras 24 normas da ABNT que fazem referência à Coordenação Modular.



Segundo Mario William Esper, gerente de Relações Institucionais e responsável pela área de Normalização e Assuntos Estratégicos da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), afirma que o Brasil é um dos pioneiros na aprovação da norma de coordenação modular decimétrica (módulo de 10 cm), a NB-25R, em 1950. O engenheiro explica que "atualmente, o tema volta a fazer parte da discussão de construtoras e projetistas devido à necessidade de aumento de produtividade aliada à redução de custos. Outro fato que determina a retomada desse sistema é que cada vez mais os empreendimentos imobiliários apresentam plantas flexíveis para atender a demanda do mercado."

Segundo Mario William, o sistema modular facilita a industrialização e padronização de métodos e detalhes. Além disso, contribui para o controle da produção no momento em que usa técnicas pré-definidas, diminui problemas de interface entre os componentes, elementos e subsistemas, e reduz desperdícios e erros de mão de obra.






O engenheiro conta que a amarração entre as paredes, por exemplo, pode ser obtida com maior facilidade se o uso do bloco proporcional substituir blocos de dimensões distintas. Ele destaca também que nas edificações em alvenaria estrutural é importante ter a definição da sequência de técnicas para a execução dos subsistemas. "Com a coordenação modular, o controle de execução é mais efetivo, inclusive com redução de patologias", afirma Mario William.






Sobre a ABCP - A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) – www.abcp.org.br - é uma entidade sem fins lucrativos que, há mais de 70 anos, promove estudos sobre o cimento e suas aplicações. Reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em pesquisas sobre cimento, a ABCP também atua no desenvolvimento de tecnologias sobre concreto e mantém uma equipe de profissionais, como arquitetos, engenheiros, geólogos e químicos, à disposição do mercado para consultoria e suporte a grandes obras da engenharia brasileira. Entre as atividades desenvolvidas nestes 70 anos, a Associação destaca-se pelas pesquisas que envolvem o uso do concreto em grandes obras, bem como pelo aperfeiçoamento técnico transmitido por meio de cursos ministrados para universitários, com apoio de construtoras e empresas do setor.


PORTA-VOZ ÚNICO - MÁRIO WILLIAM


30/09/2010

clipping urgente

 A CLIPPING SERVICE VAI COMEÇAR A PREPARAR UM RELATÓRIO SOBRE TUDO QUE SAIU NA IMPRENSA SOBRE CONCRETE SHOW. PEÇO A TODOS QUE ENVIEM AS MATÉRIAS QUE POR VENTURA ELES NÃO TENHAM CLIPADO ATÉ AGORA, INCLUSIVE TV E RÁDIO.

É URGENTE



Marta Oliveira
Assessora de Comunicação
Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré - 05347-902 - São Paulo - SP
11-3760-5314/ 11-9966-3396

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Para continuar recebendo os informativos e comunicados sobre o universo do cimento e novidades da ABCP, pedimos a todos que acessem o link abaixo e façam o recadastramento em nosso portal. A atualização é rápida.

http://www.abcp.org.br/colaborativo-portal/cadastro.php

Se você já possui cadastro em nosso portal, desconsidere esta mensagem
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23/09/2010

População de São Luiz do Paraitinga recebe151 casas em Concreto PVC

DIVULGAÇÃO NACIONAL

População de São Luiz do Paraitinga recebe151 casas em Concreto PVC

Parceria entre CDHU, ABCP, Royal do Brasil e Braskem adotou sistema construtivo que permite construção de casas com rapidez e sem desperdícios, que pode ser replicado em todo o Brasil

No dia 24 de setembro, sexta-feira, às 13h30, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) participa da cerimônia de entrega de 151 moradias em concreto PVC (106 sobrados e 45 casas) para a população de baixa renda de São Luiz do Paraitinga, cidade histórica a 178 km de São Paulo que foi atingida por uma forte enchente no início deste ano.


Com expertise na construção de moradias populares, a ABCP, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), a Braskem e a Royal do Brasil Technologies, forneceu orientação técnica durante a construção das casas, erguidas pelo sistema de paredes de concreto com fôrmas fixas de PVC, denominada Royal Building System


O contrato para construção dos 151 imóveis foi assinado entre a CDHU e a Royal do Brasil, cliente da Braskem. O sistema construtivo Concreto-PVC é uma técnica desenvolvida pela Royal, no Canadá, que utiliza perfis leves de PVC encaixados por módulos, deixando um vão livre, oco, que é preenchido com concreto e aço estrutural. No Canadá, o sistema é conhecido como “Casa de PVC”. O nome concreto PVC deve-se à Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).


Segundo Mario William Esper, gerente de Relações Institucionais da ABCP, a associação busca auxiliar tecnicamente os casos em que o sistema tradicional racionalizado for o mais indicado. "Os sistemas industrializados são mais ágeis e atendem ao desafio de construir muitas casas em pouco tempo. Como este sistema de paredes monolíticas é formado por perfis leves de PVC, ele possibilita um encaixe simples e rápido dos módulos, preenchidos com concreto e aço estrutural. Neste modelo, os painéis de PVC atuam como fôrma, confinando o concreto que constitui a edificação sem precisar sobrepor blocos. Isso garante excelente acabamento interno e externo às paredes da moradia”, explica.


Outras vantagens do sistema destacadas por Mario William são a alta produtividade com equipes reduzidas, obra limpa, sem entulho e sem desperdício, controle dos materiais e custos, durabilidade dos materiais e facilidade de limpeza e manutenção no pós-uso, menor consumo de água e energia na obra. Somam-se a esses benefícios a elevada durabilidade e a baixa manutenção das edificações oferecidas pelo sistema concreto PVC.



Sobre a ABCP


A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) é uma entidade sem fins lucrativos, mantida pela indústria brasileira do cimento, que há mais de 70 anos promove estudos sobre o cimento e suas aplicações. Reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em pesquisas da construção, a ABCP também atua no desenvolvimento de tecnologias sobre o concreto e mantém uma equipe de profissionais graduados à disposição do mercado, para treinamentos, consultoria e suporte a grandes obras da engenharia brasileira. Tudo isso para garantir a qualidade e as boas práticas do produto que representa. Para saber mais sobre a ABCP, visite o site www.abcp.org.br.


Informações para a imprensa


Lide Soluções Integradas em Comunicação


Natasha Lima / (11) 2711-1624 / natasha03@lide.com.br


http://www.lide.com.br/

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CASO SEJA NECESSÁRIO SEGUE MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O CONCRETO PVC PARA A VENDA DESTA PAUTA

Concreto-PVC


O sistema é constituído por painéis de PVC preenchidos com concreto e aço estrutural, que servem de fôrma e de acabamento para as paredes, podendo eliminar pintura ou outros revestimentos. Trata-se de um sistema industrializado e modular, constituído por painéis verticais, encaixados por sistema de guias (macho-fêmea). Sua origem é canadense. Foi desenvolvido para projetar e construir de forma simples e industrializada vários tipos de edificação.

A utilização do sistema construtivo Concreto
PVC tem se mostrado uma solução eficiente na busca pela redução de déficit habitacional do país.



Com ótimo acabamento, alta produtividade, baixa manutenção e entre outras características uma que merece destaque é a facilidade de locomoção dos perfis de PVC.

Inovador e versátil, o sistema construtivo proporciona uma nova maneira de projetar e construir.

Desenvolvido no Canadá e agora utilizado no Brasil, é totalmente industrializado e compatível

com qualquer projeto.



Formado por perfis leves e modulares de PVC, de simples encaixe, o sistema é preenchido com concreto e aço, resultando em um produto de elevada resistência e com inúmeras qualidades construtivas. O Concreto
PVC oferece alta produtividade, uma vez que facilita a administração de materiais, mão-de-obra e transporte. Proporciona uma construção rápida e limpa, evita desperdícios e reduz o impacto, além do PVC ser um produto reciclável.

Utilizado em edificações de até cinco pavimentos, é uma solução de uso diversificado, independente da região, do clima e da topografia. Possui aplicações em construções para uso privado ou de interesse público e social.

Alta produtividade com equipes otimizadas

Ótimo padrão de acabamento

Obra limpa, sem desperdício e sem entulho

Total controle e gerenciamento dos materiais e custos

Elevada durabilidade dos materiais

Facilidade de limpeza e manutenção no pós-uso

Possibilidade de interface com outros sistemas







Pontos de destaque

• Menor investimento em revestimento

• Rapidez de execução

• Produção em média e grande escalas

• Alta Produtividade com equipes reduzidas

• Obra limpa, sem entulho e sem desperdício

• Durabilidade

• Facilidade de limpeza e manutenção no pós uso

Principais características

Sustentabilidade

• Elevada durabilidade (> 50 anos)

• Facilidade de limpeza (pano úmido) e conservação

• Baixa manutenção (não necessita pintura)

• Elevada resistência química e às intempéries

• Proteção do aço e do concreto em ambientes agressivos

• Excelente isolamento térmico e acústico

• Painel de PVC é reciclável

• Redução de resíduos na construção e de perdas incorporadas à obra

• Menor consumo de água e energia na construção

• Possibilidade de uso de concreto com diferentes agregados (borracha de pneu, casca de arroz, fibras naturais, resíduo de construção etc.) sem comprometer o acabamento e a durabilidade das paredes.

Economia

• > 80% de redução de perdas (entulho e perdas incorporadas)

• Economia de até 75% no consumo de água na obra

• Economia de até 75% no consumo de energia na obra

• Redução de até 7% de área construída (menor espessura de parede)

• Ganho de produtividade em até 40% (tempo total de obra)

Construção Industrializada

• Redução de desperdícios e obra limpa

• Facilidade de gerenciamento e padronização dos processos

• Dispensável o uso de equipamentos pesados

• Excelente padrão de acabamento

• Eliminação de etapas construtivas do sistema convencional

• Customização de projetos

Aplicação prática

• Visão da obra como um conjunto de sistemas articulados e não apenas um canteiro de serviço de transformação de materiais

• Obra de montagem, reduzindo as improvisações e desrespeito ao projeto

• Simplifica a licitação, gestão (processos e materiais) e execução

• Permite novos arranjos produtivos, com maior pré-processamento e maior produtividade

• Deve ser valorizada a gestão de processo de projeto

• Maior controle de materiais e cronograma de execução

• Menor necessidade de mão-de-obra especializada (ex: pintor e azulejista)

• Possibilidade de ampliação com sistema convencional (blocos de concreto)

• Resistência mecânica para fixações (grades, quadros, TV, micro-ondas etc.)

• Possibilidade de diferentes acabamentos ( azulejo, pintura, textura etc.)

Particularidades do PVC

• Resistente à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores

• Resistente às intempéries (sol, chuva, vento e maresia)

• Resistente à maioria dos reagentes químicos (materiais de limpeza)

• Bom isolante térmico, elétrico e acústico

• Sólido e resistente a choques

• Impermeável a gases e líquidos

• Longo ciclo de vida: superior a 100 anos

• Não propaga chamas: é auto-extinguível

• Reciclável

• Fabricado com baixo consumo de energia

Fonte: Braskem e Royal do Brasil

15/09/2010

mini cv MARIO

CURRICULUM VITAE



MARIO WILLIAM ESPER

Engenheiro Civil

ç        Mestre em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
ç        Responsável pela área de Relações Institucionais da  Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
ç        Presidente do Comitê Brasileiro de Normalização do CONMETRO
ç        Presidente da Câmara Ambiental da Indústria de Produtos de Minerais Não Metálicos da CETESB Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do governo do Estado de São Paulo
ç        Membro do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT
ç        Membro do Conselho Industrial do CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo
ç        Diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
ç        Diretor Titular do Departamento da Indústria da Construção Civil da FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
ç        Diretor Vice Presidente do Instituto Brasileiro do Concreto – IBRACON
ç        Membro Titular do Conselho das Cidades do Ministério das Cidades
ç        Presidente da Comissão Nacional do Sistema de Qualificação de Materiais, Componentes e Sistemas Construtivos do PBQP-H
ç        Coordenador Nacional do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat para materiais, componentes e sistemas construtivos do Ministério das Cidades
ç        Secretário Geral do Comitê Setorial MERCOSUL de Normalização (CSM-05) – Cemento y Hormigon
ç        Presidente do Conselho Técnico da ABNT nos anos de 1993 e 1996
ç        Presidente do Comitê Nacional de Desenvolvimento Tecnológico da habitação do Ministério das Cidades de 2002 a 2004

MINI CV - LEOVALDO

Leovaldo Foganhole

Engº Civil atuou como Coordenador de Obras em empresa de grande porte no setor rodoviário. Atualmente na ABCP, é Instrutor em cursos de formação e aperfeiçoamento profissional e responsável pela Gestão de Equipamentos e Obras – GEO.

10/09/2010

RELEASE APROVADO - DIVULGAÇÃO NACIONAL E NNE

ABCP participa do Cobenge 2010, em Fortaleza

Implementação de diretrizes curriculares, ensino à distância, inovação tecnológica e empreendedorismo, capacitação de professores, entre outros temas, serão discutidos no Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia (Cobenge), de 12 a 15 de setembro, em Fortaleza (CE).

A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) participará como expositora neste fórum de reflexão sobre Educação em Engenharia no Brasil, que chega à sua 38ª edição. Segundo Hugo Rodrigues, gerente nacional de Comunicação da ABCP, a associação destacará suas ações   na capacitação de profissionais de Engenharia Civil e Arquitetura, além do programa Universidades que desenvolve.

Em relação a este programa, o engenheiro explica que o objetivo é difundir entre os futuros profissionais a tecnologia de sistemas construtivos à base de cimento, por meio de um convênio de cooperação técnica e científica entre a associação e instituições de ensino de engenharia civil e arquitetura. "A ideia é que eles cheguem ao mercado de trabalho com mais conhecimento e oportunidades de atuação. Por isso, a ABCP atua ativamente em eventos relacionados à educação em engenharia e promove o programa Universidades, visando à qualificação dos estudantes a partir de uma visão de mercado incluída na grade curricular das escolas de engenharia brasileiras", analisa.

O Cobenge, organizado pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em parceria com a Universidade de Fortaleza (Unifor), reúne órgãos oficiais, instituições de ensino, empresas, estudantes e profissionais do setor de Engenharia, que apresentam trabalhos, pesquisas e projetos pedagógicos.

Sobre a ABCP - A Associação Brasileira de Cimento Portland – www.abcp.org.br - é uma entidade sem fins lucrativos que, há mais de 70 anos promove estudos sobre o cimento e suas aplicações. Reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em pesquisas sobre cimento, a ABCP também atua no desenvolvimento de tecnologias sobre concreto e mantém uma equipe de profissionais, como arquitetos, engenheiros, geólogos e químicos, à disposição do mercado para consultoria e suporte a grandes obras da engenharia brasileira. Entre as atividades desenvolvidas, a Associação destaca-se pelas pesquisas que envolvem o uso do concreto em grandes obras, bem como pelo aperfeiçoamento técnico transmitido por meio de cursos ministrados para universitários, com apoio de construtoras e empresas do setor.

Serviço:
COBENGE – XXXVIII Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia
Data: 12 a 15 de setembro
Local: Hotel Gran Marquise - Avenida Beira-Mar, 3980  - Fortaleza (Ceará)  
Mais informações:
www.cobenge2010.com.br

01/09/2010

Re: Concretizando para aprovação

CONHECIMENTO PDE MG ENCAMINHADO PARA APROVAÇÃO DO HUGO

31/08/2010

RELEASE PARA DIVULGAÇÃO - RESULTADO DO PRÊMIO SOLUÇÕES PARA CIDADES

Estudantes de Arquitetura da Feevale vencem Prêmio Soluções para Cidades

AQUI CADA ASSESSOR DEVE FAZER UMA CHAMADA EXALTANDO O TRABALHO DOS ESTUDANTES DA REGIÃO

A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) anunciaram no dia 27 de agosto, durante a feira Concrete Show, em São Paulo, os vencedores do Prêmio Soluções para Cidades.  A cerimônia de premiação foi conduzida por Renato Giusti, presidente da ABCP e Rafael Schimidt, do conselho da Diretoria do IAB.

O concurso, destinado a estudantes de Arquitetura e Urbanismo de todo o Brasil, teve como objetivo estimular a elaboração de projetos relacionados à produção de mobiliário urbano para praças públicas. Participaram da competição 78 equipes, das quais 67 se habilitaram ao concurso, conforme o regulamento. Deste universo, o júri destacou 10 trabalhos. Os estudantes puderam propôr a construção de cinco elementos de mobiliário urbano à base de cimento, como bancos, postes de iluminação, lixeiras, bicicletário e um elemento de livre escolha.

Os vencedores do prêmio (1º. Lugar) foram os estudantes de Arquitetura Karen Kussler e Guilherme Osterkamp, da Feevale – RS, que utilizam a "Praça da Pista de Skate", em Novo Hamburgo (RS), como objeto de intervenção. Como base para a construção dos elementos, o grupo utilizou um objeto em concreto armado chamado "drop", semelhante a uma gota. Segundo Karen Kussler, "o objeto escolhido confere maior versatilidade na construção e poder ser replicado com muita facilidade".

Os estudantes explicaram que hoje a praça está degradada e carente de equipamentos urbanos que favoreçam a presença de pessoas ao longo do dia. A praça é uma área de entretenimento e possui uma identidade forte com quem pratica esportes. Além da reforma da pista de skate, os estudantes ainda propuseram um caminho ao longo do desnível, a acomodação de taludes e a construção de arquibancadas, uma nova área pavimentada, aplicação de postes de iluminação e acesso à Avenida Nicolau Becker.

Para conhecer os demais vencedores e ver os projetos apresentados, acesse o site do IAB – Departamento São Paulo: http://www.iabsp.org.br/

1º. Lugar

Autores:  Karen Kussler e Guilherme Osterkamp

Instituição de ensino: Universidade FEEVALE-RS

Professor orientador: Juliano Caldas de Vasconcellos

2º. Lugar

Autores:  Hudson Gonçalves Martins e Juan Carlos Raphael Najhan de Almeida Câmara

Instituição de ensino:  Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Professor orientador: Frederico Batitucci Halfeld

3º. Lugar

Autores:  Ana Maria Freire, André Figueiredo, Bruno Firmino e Maria Gouvêa Cavalcanti

Instituição de ensino:  Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Professor orientador:  Ênio Eskinazi

Destaque

Autores:  Joana Ferreira Santos e Renielle Gonçalves de Lira

Instituição de ensino: Universidade Federal  Fluminense (UFF) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Professor Orientador:  Vinícius de Moraes Netto (UFF)

Destaque

Autores:  Giulia Corsi Moreno da Silva, Laura Lacastagneratte de Figueiredo, Thais Gualtieri Fonsechi e Tifani Kiyomi Kuga

Instituição de ensino: Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

Professor orientador:  Ana Maria Reis de Goes Monteiro

Professor co-orientador: Eduardo Costa

Destaque

Autores:  Camila Guerreiro Reis, Leandro Leão Alves, Lettícia Rey, Rafaella Basile

Instituição de ensino: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo

Professor orientador: Arthur Rozestraten

Destaque

Autores:  Edilma Aparecida Mourão e Anderson Pereira Dourado

Instituição de ensino: Universidade Anhembi Morumbi

Professor orientador:  Augusto Francisco Paulo

Menção Honrosa

Autores: Miguel de Orione Arraes Aguiar, Eduardo Goulart Crosara e Kyle Bussinguer Spinola de Andrade

Instituição de ensino:  UniCEUB

Professor orientador: Francisco Leitão

Menção Honrosa

Autores: Arthur José Amaral de Souza Junior e Igor Tadeu Lombardi de Almeida

Instituição de ensino: Faculdade de Arquitetuta e Urbanismo da Universidade de São Paulo

Professor orientador:  Bruno Roberto Padovano


Menção Honrosa

Autores: Felipe de Souza Silva Rodrigues

Instituição de ensino: Faculdade de Arquitetura Mackenzie

Professor orientador: Ahdemar Carlos Pala

Sobre a ABCP

A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) é uma entidade sem fins lucrativos, mantida pela indústria brasileira do cimento, que há mais de 70 anos promove estudos sobre o cimento e suas aplicações. Reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em pesquisas da construção, a ABCP também atua no desenvolvimento de tecnologias sobre o concreto e mantém uma equipe de profissionais graduados à disposição do mercado, para treinamentos, consultoria e suporte a grandes obras da engenharia brasileira. Tudo isso para garantir a qualidade e as boas práticas do produto que representa. Para saber mais sobre a ABCP, visite o site www.abcp.org.br.

Informações para a imprensa

Lide Soluções Integradas em Comunicação

Natasha Lima / (11) 2711-1624 / (11) 9436-3272 natasha03@lide.com.br

www.lide.com.br

link das fotos - http://picasaweb.google.com/abcp.comunica/PREMIOSOLUCOESPARACIDADESCONCRETESHOW#

Caros Assessores

Para a divulgação de todos. Caso alguém precise tenho os contatos do ganhadores. É só pedir

Os resultados devem ser enviado EM PPT  para Marta até o dia 10 de setembro

VEÍCULO, DATA E A IMAGEM DA MATÉRIA

30/08/2010

FOTOS SOLUÇÕES PARA CIDADES

SEGUE LINK DAS IMAGENS DO PRÊMIO SOLUÇÕES PARA CIDADES

http://picasaweb.google.com.br/abcp.comunica/PREMIOSOLUCOESPARACIDADESCONCRETESHOW#


Marta Oliveira
Assessora de Comunicação
Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré - 05347-902 - São Paulo - SP
11-3760-5314/ 11-9966-3396

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Para continuar recebendo os informativos e comunicados sobre o universo do cimento e novidades da ABCP, pedimos a todos que acessem o link abaixo e façam o recadastramento em nosso portal. A atualização é rápida.

http://www.abcp.org.br/colaborativo-portal/cadastro.php

Se você já possui cadastro em nosso portal, desconsidere esta mensagem
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segue link das fotos tiradas na visita de jornaliustas e WS do SNIC

http://picasaweb.google.com.br/abcp.comunica/COMCRETESHOW2010SNICECASSOL#

20/08/2010

Re: sobre Cassol em SP

OK

Marta Oliveira
Assessora de Comunicação
Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP
Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré - 05347-902 - São Paulo - SP
11-3760-5314/ 11-9966-3396

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From:        "Imprensa" <imprensa@cassol.ind.br>
To:        <marta.oliveira@abcp.org.br>
Date:        20/08/2010 16:12
Subject:        sobre Cassol em SP





Olá Marta
 
Sobre a visita na Cassol segue algumas respostas para suas dúvidas:
De SP até a fábrica: cerca de 1h20
Capacetes: ok
Sapatos: fechados (não ir de saia nem decotes para não interefir na linha de produção pode?!)
Vídeo de apresentação: cerca de 7 minutos (será apresentado na empresa mesmo)
 
É isso. Vamos nos falando.
abç
Rosângela Oliveira
Assessoria de Imprensa Cassol Pré-fabricados
(41)3641-5900
(41)9986-8570
imprensa@cassol.ind.br

19/08/2010

URGENTE CONCRETE SHOW

POR FAVOR ME PASSE O DIA E HORÁRIO DE CHEGADA E PARTIDA DE VOCÊS  JUNTAMENTE COM TELEFONE CELULAR ATUALIZADO

Programa Soluções para Cidades ajuda municípios a superarem desafios

Programa Soluções para Cidades ajuda municípios a superarem desafios

A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), por meio do projeto Soluções para Cidades (www.solucoesparacidades.org.br), apoia a administração pública na superação dos desafios resultantes do desordenamento urbano.  O projeto tem como objetivo desenvolver ações coordenadas nas áreas de habitação de interesse social, saneamento básico e mobilidade urbana.

Valter Frigieri, gerente nacional de Desenvolvimento de Mercado da ABCP, explica que o Soluções para Cidades nasceu do trabalho que a associação desenvolveu em diversas localidades do Brasil nos últimos anos. "Constatamos que o impacto do nosso trabalho seria maior se as obras nos municípios fossem resultado de um processo de planejamento urbano", diz o engenheiro ao explicar o novo formato de trabalho.  

Para Frigieri, o momento é propício ao enfrentamento dos problemas de infraestrutura nas cidades, tema que se tornou prioritário na agenda do País. Ele afirma que há hoje uma diretriz pública que fortalece o planejamento, mas ainda existe dificuldade de sua operacionalização nos municípios. "Nosso maior desafio é capacitar os municípios para captar e gerenciar recursos públicos", completa.

Em agosto, a ABCP deu o primeiro passo no sentido de expandir o projeto, ao assinar um convênio com a Prefeitura Municipal de São Sebastião do Paraíso (MG), para implementação do Soluções para Cidades. Segundo Érika Mota, coordenadora do projeto na ABCP, "em São Sebastião iniciaremos uma nova fase de nossa atuação em prefeituras, com a meta de atingir mil cidades", revela.

 Cenário

Doze milhões de moradias irregulares é o resultado do crescimento desordenado dos centros urbanos brasileiros, que estimulou o surgimento de assentamentos em locais inadequados e em áreas de risco. Soma-se a isso o fato de que mais de 80% do déficit habitacional brasileiro corresponder a um universo de famílias que ganham até três salários mínimos, e ainda a estimativa de que 60% da água de esgoto não é tratada no País.

Se a dificuldade é relevante nas áreas de habitação e saneamento, agrava-se ainda mais quando envolve todas as parcelas da população, que necessita de deslocamento eficiente nas cidades. Nos grandes municípios, as vias para automóveis ocupam 70% do espaço público, porém são responsáveis pelo transporte de apenas 40% das pessoas, incluindo quase um terço dos brasileiros que tem dificuldades físicas para tarefas cotidianas.

Portanto, o cenário que se desenhou no Brasil reforça a necessidade de medidas integradas e urgentes de desenvolvimento urbano.

Sobre a ABCP - A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) é uma entidade sem fins lucrativos que, há mais de 70 anos, promove estudos sobre o cimento e suas aplicações. Reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em pesquisas sobre cimento, a ABCP também atua no desenvolvimento de tecnologias sobre concreto e mantém uma equipe de profissionais, como arquitetos, engenheiros, geólogos e químicos, à disposição do mercado para consultoria e suporte a grandes obras da engenharia brasileira. Entre as atividades desenvolvidas nestes 70 anos, a Associação destaca-se pelas pesquisas que envolvem o uso do concreto em grandes obras, bem como pelo aperfeiçoamento técnico transmitido por meio de cursos ministrados para universitários, com apoio de construtoras e empresas do setor.

Informações para a imprensa (ABCP)

Lide Soluções Integradas em Comunicação

Contatos: Fabíola Binas / (11) 2711-1613 / fabiola03@lide.com.br

Natasha Lima / (11) 2711- 1624 / natasha03@lide.com.br

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