Sistemas industrializados começam a ser adotados para agilizar a construção de 1 milhão de casas
Construtoras buscam agilidade e rapidez para atender demanda do governo
São Paulo, 13 junho de 2009 – Com a meta desafiadora do governo em beneficiar 4 milhões de brasileiros com o “sonho da casa própria” e financiar 1 milhão de moradias em dois anos, por meio do programa Habitacional Minha Casa, Minha Vida, as construtoras brasileiras estão industrializando cada vez mais as suas obras.
A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), responsável pelo suporte técnico às construtoras, indica o uso de três sistemas construtivos que permitem mais agilidade e produtividade no canteiro de obras. Conheça um pouco mais sobre eles:
Sistema de Paredes de Concreto = > é um sistema de edificação que, em função da velocidade de execução e otimização de mão-de-obra, tem sido a primeira escolha das empresas que ingressaram no mercado de habitação para a população de baixa renda. Neste sistema, as paredes são moldadas in loco com o uso de fôrmas moduladas. As paredes de concreto vêm aparecendo com força nos canteiros de obras. Com projetos padronizados, alto grau de repetição, execução simultânea de estrutura e vedação, os construtores obtêm alta produtividade, produção em larga escala, redução de custos com mão-de-obra e minimização dos erros de execução.
Concreto PVC = > Formado por perfis leves de PVC, o sistema possibilita um encaixe simples dos módulos, preenchidos com concreto e aço estrutural. Neste modelo, os painéis de PVC atuam como fôrma para o concreto e conferem excelente acabamento interno e externo às paredes. Dentre as vantagens do sistema destacam-se a alta produtividade com equipes reduzidas, obra limpa, sem entulho e sem desperdício, controle dos materiais e custos, durabilidade dos materiais e facilidade de limpeza e manutenção no pós-uso. Soma-se a esses itens a elevada durabilidade e baixa manutenção das edificações oferecidas pelo Sistema Construtivo Concreto PVC.
Casa pré-moldada => As casas pré-fabricadas (moduladas) são montadas apenas no canteiro de obra. Suas paredes são feitas em concreto – por meio de sistemas industrializados – e entregues já pintadas, com janelas, portas, sistema hidráulico e elétrico. Basta montar. Uma fábrica de casas pré-moldadas de concreto leve tem capacidade de edificar até 400 casas por mês.
A ABCP também está preparada para auxiliar tecnicamente em casos em que o sistema tradicional for o mais indicado. “Sem dúvida, o programa Minha Casa, Minha Vida necessita de sistemas industrializados, que são mais ágeis, para atender ao desafio de construir um milhão de casas em dois anos. Entretanto, esses sistemas não estão disponíveis em todas as regiões do país. Nesse caso, a opção artesanal, como a alvenaria, pode ser uma ótima alternativa”, salienta Mario William, gerente de relações institucionais da ABCP.
Expertise em moradias populares - um dos grandes focos da ABCP nos últimos 10 anos foi o desenvolvimento de programas de moradia voltados para classes menos privilegiadas e habitação de interesse social, que tenha projetos racionalizados, materiais de qualidade, boas condições de conforto e moradia, além de baixo custo. Para esse fim, a ABCP desenvolveu o projeto Habitação1.0® (em analogia ao carro 1.0), que tem como princípio básico construir moradias de qualidade a um custo acessível para a população de baixa renda. Hoje, seis anos após sua implantação, o projeto já permitiu a construção de mais de 35 mil unidades de Casas 1.0.
Mais informações:
Lide Soluções Integradas em Comunicação
Contatos: Cristina Soares (11) 2711-1613 cristina03@lide.com.br
Adriano Brito (11) 2711-1606 adriano03@lide.com.br
www.lide.com.br
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14/12/2009
09/12/2009
De olho nas obras para a Copa 2014
PROSPECÇÃO
De olho nas obras para a Copa 2014
O engenheiro Adriano Pessoa, representante CE/RN da ABCP, foi convidado pelo CREA/CE para auxiliar na elaboração de uma listagem de mais de 50 obras cearenses que deverão ser construídas pelo Poder Público nos próximos anos. Muitas delas serão executadas em função da Copa do Mundo 2014, como a construção da rede de metrô Metrofor (linhas Sul, Oeste e Leste), a expansão do Aeroporto Internacional Pinto Martins, a ampliação do terminal portuário de Pecém, além da duplicação da rodovia CE-040 (trechos Iguape-Cascavel-Beberibe), da BR-222 (Caucaia-Porto de Pecém) e do Anel Viário de Fortaleza.
As obras foram escolhidas de forma extremamente técnica pelas entidades parceiras do CREA/CE, responsável por esse trabalho, e pelo impacto que gerarão na infra-estrutura, no turismo e na economia local, com a ressalva de que alguns dos projetos ajudaram o município de Fortaleza a ser escolhido como uma das cidades-sede da Copa 2014.
“Estamos trabalhando com afinco junto ao Poder Público no sentido de viabilizar os sistemas construtivos à base de cimento, como os pavimentos de concreto e intertravado, além dos pré-fabricados, para essas obras, que se tornarão um legado para a população do Ceará”, afirma Adriano Pessoa. Segundo o gerente regional, Eduardo Moraes, o trabalho da ABCP junto aos municípios do Nordeste contemplados com a Copa será o de apresentar os sistemas industrializados como alternativas viáveis para que as obras de infra-estrutura, habitação e esportivas possam ser finalizadas até 2013.
De olho nas obras para a Copa 2014
O engenheiro Adriano Pessoa, representante CE/RN da ABCP, foi convidado pelo CREA/CE para auxiliar na elaboração de uma listagem de mais de 50 obras cearenses que deverão ser construídas pelo Poder Público nos próximos anos. Muitas delas serão executadas em função da Copa do Mundo 2014, como a construção da rede de metrô Metrofor (linhas Sul, Oeste e Leste), a expansão do Aeroporto Internacional Pinto Martins, a ampliação do terminal portuário de Pecém, além da duplicação da rodovia CE-040 (trechos Iguape-Cascavel-Beberibe), da BR-222 (Caucaia-Porto de Pecém) e do Anel Viário de Fortaleza.
As obras foram escolhidas de forma extremamente técnica pelas entidades parceiras do CREA/CE, responsável por esse trabalho, e pelo impacto que gerarão na infra-estrutura, no turismo e na economia local, com a ressalva de que alguns dos projetos ajudaram o município de Fortaleza a ser escolhido como uma das cidades-sede da Copa 2014.
“Estamos trabalhando com afinco junto ao Poder Público no sentido de viabilizar os sistemas construtivos à base de cimento, como os pavimentos de concreto e intertravado, além dos pré-fabricados, para essas obras, que se tornarão um legado para a população do Ceará”, afirma Adriano Pessoa. Segundo o gerente regional, Eduardo Moraes, o trabalho da ABCP junto aos municípios do Nordeste contemplados com a Copa será o de apresentar os sistemas industrializados como alternativas viáveis para que as obras de infra-estrutura, habitação e esportivas possam ser finalizadas até 2013.
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