O boom do mercado imobiliário brasileiro no segmento de média/baixa renda, liderado pelas empresas privadas, alia às ações do governo como o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) facilitou o acesso à casa própria e movimentaram o setor da construção civil no País, especialmente no que se refere à moradia para baixa renda.
Para atender a esse mercado e principalmente às expectativas de prazos dos consumidores, as construtoras precisam cada vez mais executar projetos rápidos, que utilizem sistemas construtivos econômicos e de ótimo desempenho. O sistema Paredes de Concreto é o que oferece maior potencial de rapidez, produtividade e redução global de custos, em relação às opções tradicionais (alvenaria de tijolos, estrutura convencional e mista).
Diante desse cenário, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), em parceria com a Associação Brasileira de Serviços de Concretagem (Abesc) e o Instituto Brasileiro de Telas Soldadas (IBTS), desenvolveu ações pioneiras. Uma delas foi liderar um grupo de construtoras para visitar obras em Santiago (Chile) e em Bogotá (Colômbia), em 2007, que deram prioridade ao uso de paredes de concreto moldadas in loco nas edificações.
Além disso, foi constituído um grupo com as 12 principais construtoras nacionais, que atuarão no mercado de média/ baixa renda nos próximos anos, com o objetivo de aprimorar e potencializar o uso da tecnologia no Brasil. A expectativa é de que, juntas, essas construtoras produzam até 2011 mais de 500 mil unidades habitacionais, entre casas térreas, sobrados e prédios, com um potencial de consumo de cimento de mais de 3 milhões de toneladas.
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